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Ações de extensão promovidas pelo CETT-UFG crescem 47% em um ano

Os projetos e programas elaboradoras pelo Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia levam os Colégios Tecnológicos para mais perto da sociedade 

Jornadas, feirões, oficinas, workshops e prestação de serviços. Dentro de cada evento diversas ações de extensão levam ao público em geral, nos 16 municípios goianos que contam com unidades dos Colégios Tecnológicos do Estado de Goiás (Cotecs), o portfólio de cursos dessas instituições de ensino focadas na educação profissionalizante. As atividades extensionistas, administradas pelo Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG), gestor dos colégios, têm beneficiado diretamente a população, pois, além de apresentar e disseminar a atuação dos Cotecs, prestam um atendimento especializado a quem, por muitas vezes, busca oportunidade de aprendizagem/formação para o mundo do trabalho ou carece de informações diversas para melhorar a qualidade de vida.

O intenso crescimento dessas ações comprova a eficiência na missão de capacitar e qualificar que têm os colégios, a partir da oferta da Educação Profissional e Tecnológica (EPT). De acordo com o balanço de atividades do CETT-UFG, em 2022 foram 218 ações concretizadas, quantitativo que passou para 321, em 2023, resultando um acréscimo de 47%, nas ações socioeducativas, de caráter permanente ou eventual, promovidas com o objetivo de mobilizar as pessoas para novos posicionamentos profissionais.

As ações abrangem diversas áreas e/ou temáticas contextualizadas. Um exemplo do alcance dessas ações de extensão, a Jornada das Profissões, em Santa Helena de Goiás, reuniu, em média, 300 pessoas nas práticas das 16 oficinas, que versaram sobre costura, esmaltação, maquiagem, adubação orgânica, marketing digital etc. 

“A Jornada das Profissões foi uma ponte com o setor produtivo, para mostrar as possibilidades de formação e qualificação que temos dentro dos Colégios Tecnológicos”, lembra a diretora de Desenvolvimento e Avaliação do Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG), Alethéia Cruz. 

Ao se aproximar das comunidades, os Cotecs se popularizam no estado e colhem o reconhecimento do que fazem e/ou ofertam às pessoas com o portfólio de formação.  “Já fiz três cursos aqui, e, de zero a dez, minha nota é 11 para o Cotec”, atribui Túlio Parreira, estudante em Santa Helena de Goiás.

Outras ações de extensão, realizadas em datas especiais, igualmente ampliam a finalidade dos colégios, com atividades extrassala, realizadas junto à população, tal como o Dia da Mulher. Dentro do Goiás Social Mulher, o Cotec, localizado em Goiânia, registrou mais de 1.450 atendimentos no Espaço da Beleza, em seis dias de suporte à comemoração, na Praça Cívica. Durante o evento, o público, ao se beneficiar dos serviços e conhecer os cursos oferecidos, têm a oportunidade de realizar inscrições para uma capacitação ou qualificação.

De acordo com a coordenadora do Extensão do CETT-UFG, Fernanda Lopes, estas atividades amplificadoras dos colégios envolvem uma gama de serviços, atendimentos, informações que se traduzem em um bem para a vida social.  “É uma articulação do conhecimento e possibilidades para formação educacional/profissional das pessoas, sejam jovens ou adultos, que gera interação e inclusão”. 

Até o final de 2024, estão previstos outros 150 eventos dos Colégios Tecnológicos do Estado de Goiás.

Laboratórios tecnológicos são recursos didáticos nesta nova era

Necessários para o ensino-aprendizagem, esses espaços dão dinamismo às aulas. Num período de um ano o Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG) aumentou em 66% o número de laboratórios nas Escolas do Futuro 

Inovar no processo de ensino, empregar a tecnologia e implantar laboratórios nas escolas têm sido práticas essenciais para tornar as aulas mais dinâmicas e produtivas e atrair a atenção dos estudantes. Isso encontra explicação nas rápidas transformações tecnológicas que estão redefinindo, há algum tempo, a natureza do trabalho, das habilidades exigidas dos atuais e futuros profissionais e os recursos para novas aprendizagens. 

É no fato de professores e profissionais da educação encontrarem maior facilidade na comunicação com os alunos utilizando tecnologias no ambiente escolar que o Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG), em conformidade com essa realidade, investe em laboratórios de tecnologia e no aparato necessário para deixar as aulas mais atrativas e geradoras de resultados, ações que impactam na formação dos estudantes das Escolas do Futuro do Estado de Goiás.

Victtor Gabriel Sousa faz o 1º ano do ensino médio simultaneamente com o técnico, cursando Desenvolvimento Web e Cyber Security na Escola do Futuro Raul Brandão de Castro, em Mineiros. Ele faz considerações sobre os diferenciais da escola: “Aqui posso evoluir em mecânica, programação, montagem, isso é bom para o futuro. Aqui se aprende bastante coisa, e o mais impressionante, os cursos são de graça”.

Nas escolas focadas na Educação Profissional e Tecnológica (EPT) os estudantes têm acesso a tecnologias de ponta, como braços robóticos, impressoras 3D, laboratórios de ciências, máquinas de corte a laser, mesas interativas e uma gama de outros equipamentos, materiais e espaços educativos voltados para a formação tecnológica. 

“Os laboratórios são espaços propícios para novas aprendizagens e tornaram-se um recurso pedagógico indispensável na vida escolar para que o jovem se adapte ao universo tecnológico e esteja mais bem preparado para o mundo do trabalho”, considera o professor e diretor da Escola do Futuro Luiz Rassi, Vinícius Seabra. 

De acordo com ele, os laboratórios são instrumentos didáticos da comunidade escolar quando se fala em ensino-aprendizagem. Nesse cenário, e como gestor das Escolas do Futuro, o CETT-UFG quase dobrou o número de laboratórios nas escolas em um ano. Os investimentos nos aparatos, entre 2022 e 2023, elevaram em 66% o número de laboratórios de tecnologia. Eles passaram de 24 para 40 unidades, com um investimento que ultrapassou os R$ 20 milhões na modernização e aquisição de equipamentos.

“Os laboratórios revitalizam o conceito de formação educacional e estão à disposição dos estudantes para pesquisa, experimentação, construção coletiva, favorecendo a relação entre disciplinas para o conhecimento e para a prática”, atesta o diretor do CETT-UFG, Moisés Cunha. 

Imersos na tecnologia, os jovens, hoje chamados de nativos digitais, sabem desfrutar, classificar e atribuir importância a tudo que aprendem e fazem nos laboratórios das escolas do futuro. “Aqui tudo é bom, os espaços e a qualidade dos equipamentos”, declara Larissa Matos, estudante na unidade da Escola do Futuro Paulo Renato de Sousa, em Valparaíso. 

Sob a ótica do novo cenário educacional, os laboratórios tecnológicos agregam às salas de aula um melhor desenvolvimento e preparação de uma nova geração de futuros profissionais, que são despertos a criar ideias e soluções. “Foi aqui no laboratório da escola que consegui fazer o primeiro corpo de um site em HTML, e isso é interessante”, celebra Larissa Matos, de 16 anos. “Estou preparando meu futuro”, conclui.

Projeto de Lei quer incluir mentoria em cursos de Educação Profissional e Tecnológica

Em análise na Câmara dos Deputados, medida altera a LDB e o Sine na intenção de ajudar os estudantes a enfrentarem desafios do mercado de trabalho 

O Projeto de Lei 5.962/23 determina que os cursos de Educação Profissional e Tecnológica (EPT) ofereçam mentoria como parte do currículo, para apoiar a empregabilidade futura dos estudantes. 

Em análise na Câmara dos Deputados, o texto inclui a medida na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).  A proposta altera ainda a lei que trata do Sistema Nacional de Emprego (Sine), para determinar que o sistema também inclua ações de mentoria profissional, para construir um plano de carreira sustentável. 

Hoje essa lei já prevê que os municípios que aderirem ao Sine promovam orientação e qualificação profissional. 

Conhecimento compartilhado 
O autor da proposta, deputado Gilberto Abramo (Republicanos-MG), explica que oferecer essas mentorias permite que jovens em capacitação ou desempregados usufruam de conhecimentos compartilhados por profissionais mais experientes.

Essas mentorias, exemplifica Abramo, ajudam a "desenvolver redes de contatos, habilidades de comunicação e estratégias para construção de um plano de carreira".

Acesso ao Sine 
“Outro ponto muito importante para as políticas de formação e qualificação profissional é a proximidade ou facilidade de acesso dos centros de treinamento e de educação profissional”, ressalta o deputado. 

Por isso, o projeto de lei determina que os Sine sejam instalados em regiões de fácil acesso para a clientela a que se destina. 

Tramitação 
A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Educação; de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.   

Fonte: Com informações da Agência Câmara de Notícias

Obras do novo Colégio Tecnológico na cidade de Goiás avançam

Com 60% da construção construída e prevista para ser entregue até o final deste ano, a unidade do Cotec recebeu a visita do governador Ronaldo Caiado 

Distante 148 quilômetros da capital Goiânia, a Cidade de Goiás receberá novo edifício do Colégio Tecnológico do Estado de Goiás (Cotec), um projeto do governo estadual, administrado pelo Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG). Na última semana de março o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, fez uma visita às obras da nova unidade.

Com recursos oriundos da administração pública, por meio da Secretaria de Estado da Retomada (SER), a obra totaliza um espaço de 2.800 m2, e 60% dela já está edificada. Até o momento, mais de R$ 8 milhões já foram investidos na nova sede do Cotec Goiandira Ayres do Couto, que atualmente funciona em um prédio alugado. Com previsão de entrega para o final do segundo semestre deste ano, a unidade será a primeira a contar com uma sala multididática, além de 10 laboratórios (culinária, beleza, informática, prática de enfermagem), e 7 salas de aula.

“A sala multididática será dedicada às mães em condições de vulnerabilidade, propiciando conforto e segurança para que elas possam deixar seus filhos no local enquanto fazem seus cursos de capacitação ou qualificação profissional”, explica o diretor do CETT-UFG, Moisés Cunha.

Há pouco mais de dois anos fazendo a gestão da rede dos Colégios Tecnológicos, que somam 17 unidades em Goiás, o diretor do CETT-UFG ratifica que esta nova sede vai contribuir na qualificação profissional dos cidadãos. “Isto é um grande marco para o CETT-UFG", pontua Cunha.

De acordo com o diretor, a unidade do Cotec na Cidade de Goiás efetuou 3.300 matrículas em 2023, e os cinco cursos mais demandados, por ordem decrescente, foram Bolos e Tortas, Corte e Costura, Enfermagem em procedimentos de baixa, média e alta complexidade, Enfermagem no atendimento a áreas hospitalares específicas e Alongamento de unhas. “A nova obra ampliará a capacidade de atendimento à população local”, destaca Cunha.

Em visita à obra situada no Bairro João Francisco o governador Ronaldo Caiado assinalou o arrojo e excelência do projeto, que, sob gerência da equipe de engenharia do CETT-UFG, conta com três blocos. “Espero que até o final do ano já possa entregar esse benefício à população. Vamos formar jovens que vão atender a demanda por serviços aqui na cidade, pessoas que querem ter uma profissionalização e uma renda a mais”, disse Caiado.

Além do empreendimento na Cidade de Goiás, o governo do estado, por meio da gestão do CETT-UFG, está também com as obras do novo Cotec em Cristalina, na região Leste do estado. No ano passado, mais de 4.600 vagas foram ofertadas no colégio, sendo os cinco cursos mais procurados por ordem decrescente, o de Alongamento de unhas, Informática básica, Design de sobrancelhas, Confeiteiro de bolos e tortas, e Maquiagem profissional.

Gestores e professores conduzem e ensinam, mas também necessitam de capacitação

Pilares das escolas, estes profissionais têm do CETT-UFG atenção especial por meio do processo de Formação Continuada 

Com o início do ano letivo de 2024 nas Escolas do Futuro e nos Colégios Tecnológicos começaram, também, as formações continuadas aplicadas pelo Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG) às equipes pedagógicas e de gestão, dessa rede de ensino pública, focada na Educação Profissional e Tecnológica (EPT). 

A busca por melhorias na rotina desses profissionais torna-se um processo profissionalizante, com destaque para o professor, tendo em vista o aperfeiçoamento dos saberes indispensáveis para a sala de aula e no relacionamento comunitário.  “As capacitações reafirmam o compromisso do CETT-UFG com um ensino de qualidade, ao incentivar professores e gestores a se adaptarem com as novas demandas, adquirir conhecimentos para dar soluções e respostas ao trabalho dentro e fora da sala de aula”, atesta a diretora de Desenvolvimento e Avaliação, Alethéia Cruz.

Nas seis unidades das escolas, a Formação Continuada somou 584 horas de treinamento e desenvolvimento para as equipes de gestão e corpo docente, em 2023. Para este ano, 32 novas capacitações estão planejadas.

"Há todo um cuidado e atenção no planejamento das ações de formação, pois é considerada a contextualização temática com as realidades ou necessidades das equipes”, observa o coordenador de Treinamento e Desenvolvimento do CETT-UFG, Wenderson Vieira, ao explicar que o objetivo é melhorar as práticas pedagógicas e aumentar a motivação das equipes, e “fazer dos profissionais agentes de transformação atualizados e capazes de dialogar com a comunidade”.

Pós-graduação incrementa a capacitação 

Manter-se atualizado é requisito para o profissional contemporâneo, independente do ramo de atuação. Tendo em vista que o professor é um dos principais suportes da educação, a formação continuada confere recursos e informações para melhorar o ensino e assistência aos alunos e aos gestores de ferramentas, que tornam o exercício alinhado com o cenário em constante mudança.

Nesse contexto, as equipes dos 17 Colégios Tecnológicos (Cotecs), participam das formações e desenvolvem melhorias técnicas e estratégias para lidar com as diversidades e oferecer um melhor processo para a aprendizagem.

Diretora do Cotec Luiz Humberto de Menezes, em Santa Helena de Goiás, Mônica Lourenço sabe da necessidade de aperfeiçoamento constante e dos frutos gerados. “Como resultados das formações oferecidas pelo CETT-UFG observamos a potencialização do processo de ensino-aprendizagem e a qualidade profissional dos alunos".

Acrescenta-se às 218 horas de formação continuada, voltadas às equipes dos colégios no ano passado, um incremento desse processo com a disponibilização de dois cursos de pós-graduação, para 2024.  Um na área de Gestão de Instituições Públicas de Ensino Profissional e Tecnológico; outro, em Docência para a Educação Profissional e Tecnológica, numa parceria entre o CETT-UFG, governo de Goiás e o Instituto Verbena da Universidade Federal de Goiás.

Com início previsto para o mês de maio/24, as duas especializações têm o único objetivo de transmitir conhecimentos e capacitar as equipes dos colégios, que atualmente somam 887 colaboradores, sendo 434 professores e, destes 81% têm nível superior.

De acordo com o diretor do CETT-UFG, Moisés Cunha, as especializações darão arrojo na atuação das equipes. “Qualificados, estarão ainda mais preparados para inovar na gestão e refinar o processo de ensino-aprendizagem. Estas especializações são espaços de conexões e construções de saberes, que ao final, refletirão nos processos dos alunos dos Cotecs, e nos relacionamentos com as comunidades locais e circunvizinhas”, pontua.

Inscrita na pós-graduação do Cotec, a diretora Mônica Lourenço recebe com entusiasmo a proposta. “Esse modo de pensar o fazer pedagógico e vivenciar novas experiências, novas pesquisas e estudos, novas formas de ver e pensar o colégio, seguem tecendo oportunidades para a educação em Goiás”.

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