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CETT-UFG lança ‘chatbot´ no WhatsApp para as Escolas do Futuro e Colégios Tecnológicos de Goiás

Os canais virtuais ampliam a comunicação com os usuários, e a interação é gratuita, bastar salvar os números e enviar mensagens 

O Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG), instituição administradora das Escolas do Futuro e dos Colégios Tecnológicos de Goiás lança dois assistentes virtuais no WhatsApp ampliando a comunicação com a comunidade. Os canais prestam atendimentos para tirar dúvidas sobre os processos de acesso às unidades escolares, bem como meios de inscrições, matrículas, requisitos, modalidades de ensino.

O “chatbot” (robô que simula uma interação com uma pessoa) também vai prestar informações sobre o horário de funcionamento das Escolas e dos Colégios, instalados na capital e interior. O usuário também poderá deixar sugestões, dúvidas e/ou reclamações e até mesmo falar com a unidade escolar. Ainda será possível conhecer e se informar sobre toda a estrutura das escolas e colégios, conhecer cursos e requisitos para inscrições e matrículas, incluindo os editais de seleção, formas de agendar os espaços e ambientes de inovação.

A interação é gratuita. Para ter acesso ao conteúdo, é necessário adicionar aos contatos do celular os números (62) 99810-9649 para falar com as Escolas do Futuro; e, (62) 99270-5420 para interação com os Colégios Tecnológicos. E, em seguida, enviar uma mensagem no WhatsApp para os contatos, iniciando a conversa. Outras formas de acessar os chatbots são através do Instagram @escolasdofuturodegoias ou @cotecgoias ou ainda dos sites efg.org.br e cotec.org.br.  

Para além do suporte automatizado, é possível ter atendimento humanizado, no período compreendido de segunda a sexta-feira, das 9 às 18h.

Equipe do MEC inicia trabalhos para formular a Política Nacional da EPT. Os primeiros resultados serão apresentados em novembro/24

MEC inicia formulação da Política Nacional da EPT

Grupo de Trabalho Interinstitucional realizou primeira reunião visando à produção de subsídios para a Política Nacional de Educação Profissional e Tecnológica (EPT) 

O Ministério da Educação (MEC) coordenará o Grupo de Trabalho Interinstitucional (GTI) que tem a finalidade de produzir subsídios para a Política Nacional de Educação Profissional e Tecnológica (PNEPT). O grupo foi instalado em reunião híbrida realizada no último 4 de julho.

O colegiado é formado por diversas instituições, como órgãos do governo federal e entidades da sociedade civil, além de estudantes. O grupo deve apresentar um diagnóstico sobre a situação da educação profissional e tecnológica (EPT) no País, propor metodologias para identificar e atualizar a demanda pela modalidade e elaborar subsídios para a definição de metas, estratégias e ações. A instituição do GTI está prevista no Decreto nº 11.985, assinado em abril pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. 

O secretário-executivo substituto do MEC, Gregório Grisa, coordenador do colegiado, classificou a instalação do grupo como um momento importante para a EPT. “Esse é um momento ímpar para a educação profissional e tecnológica do nosso país. No MEC, a partir da direção do Ministro da Educação Camilo Santana, temos dado ênfase na EPT em todos os níveis. Sabemos da importância da expansão da modalidade para a economia do País e da importância estratégica para o ensino médio, a graduação e a pós-graduação. Por isso, o MEC tem desenvolvido um conjunto de políticas norteadas pelo caráter transversal da EPT, visando à ampliação de oportunidades e empregabilidade, bem como à garantia de aprendizagem”, acrescentou.

Grisa pontuou desafios que o colegiado deve debater para apresentar propostas. “O MEC tem boas expectativas sobre o GTI. Esperamos que vocês nos deem insumos para avançarmos em três frentes: a primeira é a avaliação e o recenseamento da EPT. Precisamos compreender a oferta de cursos no Brasil. Há um conjunto de dados não percebidos. A segunda é a dimensão de professores. Temos um desafio de captar docentes para formação na EPT. Por fim, temos a normatização da aprendizagem profissional”, disse. Ele também anunciou que, em breve, será criada uma diretoria de avalição da EPT no âmbito do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao MEC.

O secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli, detalhou o funcionamento do grupo, com câmaras setoriais para debater temáticas como itinerários formativos, avaliação de indicadores, diagnóstico, articulação e intersetorialidade das redes de EPT. Também falou sobre alguns desafios, como a verticalização da oferta, o Sistema Nacional de Avaliação e a nova Rede de Certificação Profissional. Bregagnoli afirmou que o colegiado vai ouvir especialistas e analisar estudos sobre a temática. “Este é um momento histórico, simbólico, com a junção de forças, união de diferentes redes e apoiadores. Acredito que teremos bons resultados em prol da sociedade, em prol dos nossos jovens, visando a melhoria da qualidade de vida, emprego e geração de renda”, avaliou. 

Na reunião de instalação, o GTI debateu o contexto da EPT no País, tratou do escopo de trabalho, aprovou o regulamento do grupo e definiu o calendário de atividades. O GTI deve entregar o relatório final dos trabalhos em novembro. 

 Composição – O GTI é composto por 36 membros titulares, com seus respectivos suplentes. Além do MEC, participam do colegiado: Casa Civil da Presidência da República; Ministério da Agricultura e Pecuária; Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação; Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar; Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; Ministério do Trabalho e Emprego; Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE); Inep; Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii); Conselho Nacional de Educação (CNE); Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais e Distrital de Educação (Foncede); Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif); Conselho Nacional de Dirigentes das Escolas Técnicas Vinculadas às Universidades Federais (Condetuf); Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed); Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti); Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial; Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac); Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar); Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); Associação Brasileira de Mantenedores de Escolas Técnicas (Abmet); representantes dos trabalhadores, indicados pelo Conselho Nacional do Trabalho (CNT); representantes do setor produtivo, indicados pela presidência do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS); representantes de conselhos profissionais; e estudantes indicados pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes); e União Nacional dos Estudantes (UNE).  

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva (SE) e da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) 

CETT-UFG oferece soluções para a gestão escolar

O ferramental tecnológico desenvolvido pela instituição traz diversos benefícios para a eficiência das rotinas administrativas escolares e relações com a comunidade 

O Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG), especializado em ensino tecnológico, aplica seu know-how na administração das Escolas do Futuro do Estado de Goiás e dos Colégios Tecnológicos do Estado de Goiás para desenvolver aplicativos, sistemas e ferramentas digitais que facilitam a gestão escolar. As soluções são criadas pelo próprio CETT-UFG com o objetivo de organizar a rotina das escolas e colégios. “Esse cotidiano da gestão escolar vai desde a relação com a comunidade, com a divulgação dos editais de seleção, até a formatura dos estudantes”, explica o diretor do CETT-UFG, Moisés Cunha.

Segundo ele, fornecer essas soluções tecnológicas é um aproveitamento real da capacidade criativa e profissional da instituição, para facilitar a gestão tanto interna quanto de outras organizações interessadas nas ferramentas com vistas a agilizar processos burocráticos. “Esses recursos podem ser usados por qualquer instituição de ensino”, acrescenta o diretor.

“São registros de matrículas, coleta e armazenamento de dados, geração de relatórios, acompanhamento de metas e resultados; um infinito de demandas diárias e temporárias que movem a gestão escolar e, portanto, precisam de otimização”, enumera Cunha.

As soluções de gestão desenvolvidas pelo CETT-UFG extrapolam o ambiente escolar, oferecendo aplicativos para o mercado de trabalho, como o Minha Vaga. Totalmente gratuito, o aplicativo facilita a inserção de pessoas no mercado profissional. “O aplicativo integra vagas de trabalho e currículos inscritos na plataforma”, afirma Moisés Cunha, mencionando também o Rede Indica, “uma rede social de currículos e contratação para estudantes dos Colégios Tecnológicos de Goiás, os Cotecs”.

Dada a intensidade do fluxo de informações em uma unidade escolar, as ferramentas tecnológicas aumentam o controle sobre os dados, melhorando o atendimento ao aluno, a relação ensino-aprendizagem, a personalização do ensino e “reduzindo os custos operacionais, permitindo à instituição ganhar espaço para outras atividades, apoio à comunidade e superação de desafios, além de melhorar a comunicação”.

As plataformas inteligentes desenvolvidas pelo CETT-UFG estão disponíveis para instituições de ensino de qualquer segmento e podem ser adaptadas para atender necessidades específicas. Entre elas estão:

  • Edu.Cett
    - Centralização e organização: Todas as informações relacionadas à gestão administrativa das unidades de ensino são centralizadas em um único sistema.
    - Personalização e adaptabilidade: Permite personalização completa de acordo com as necessidades específicas de cada unidade.
     - Integração e interatividade: Promove a interação e a colaboração entre os usuários, facilitando a comunicação e o acompanhamento dos registros em tempo real.
  • Educustos.Cett
    - Foco na Educação: Atende às demandas financeiras das instituições educacionais, garantindo gestão precisa e eficaz dos recursos financeiros.
    - Personalização para a Área Educacional: Oferece soluções sob medida para lidar com desafios financeiros específicos enfrentados por escolas e instituições de ensino.
    - Otimização Financeira: Capacita as instituições otimizarem seus recursos financeiros, garantindo uso eficiente dos fundos.
  • Ofícios.Cett
    - Eficiência na gestão de processos: Cadastro e acompanhamento de ofícios, gerenciando tarefas de controle de forma eficaz.
    - Comunicação transparente e colaborativa: Melhora a comunicação entre setores e permite acompanhamento de solicitações por todas as partes.
    - Melhoria da qualidade do atendimento: Respostas mais rápidas e precisas às solicitações.
  • Cursos.Cett
     - Gestão multidisciplinar integrada: Alinha todas as áreas educacionais de forma eficiente.
     - Automação de processos: Economia de tempo e recursos para atividades mais estratégicas.
    - Integração plena com websites: Garante experiência online transparente e consistente para alunos e administradores.
  • Stresstester
    - Teste de Estresse Automatizado: Função automatizada para testar o desempenho de URLs, identificando problemas rapidamente.
    - Coleta de Métricas Detalhadas: Envia arquivos, documentos e ofícios de forma simples.
    - Registro de Resultados e Logs: Proporciona visibilidade sobre os acessos de arquivos.
  • Minha Vaga!
    - Personalização de Currículos: Candidatos podem postar, personalizar e editar seus currículos.
    - Acompanhamento de Ofertas e Oportunidades: Permite que candidatos acompanhem ofertas de emprego e oportunidades que surgem.
    - Serviço Online e Gratuito: O Minha Vaga! é um serviço totalmente online e gratuito.
  • Data Warehouse e Business Intelligence
    - Integração de sistemas: Dados gerados a partir de uma grande variedade de fontes e consolidados para otimização de processos e redução de custos.
    - Geração de indicadores para gestão eficiente: Por meio de análise avançada das bases de dados, o CETT-UFG gerencia os principais indicadores de desempenho dos projetos, permitindo decisões ágeis e mais seguras.
    Por: Célia Oliveira
    Da Secom/CETT-UFG
Matheus Ramos, “a Escola do Futuro dá oportunidade de aprendizagem em várias áreas e visão de futuro. Quem estuda aqui tem futuro garantido”.

Grupo imobiliário contrata estudantes da Escola do Futuro em Santo Antônio do Descoberto

A FBZ se impressiona com o que a escola oferece e admite jovens para o projeto Cidade Inteligente, para as áreas de marketing digital e vendas 

A Construtora FBZ encontrou na Escola do Futuro Sarah Luísa Kubitschek, em Santo Antônio do Descoberto, o principal insumo para seus negócios, que estão em operação no município, localizado a 53 quilômetros da capital federal. O grupo contratou 14 estudantes da escola para atuar no projeto Cidade Inteligente. Mesmo durante o processo de formação, esses jovens tiveram a oportunidade de exercer os conhecimentos adquiridos, principalmente nas áreas digital e tecnológica, ao serem contratados pela organização, que tem sede em Caldas Novas. 

“Já contratamos 14 pessoas, a maioria para as áreas de marketing digital e vendas, e o fato que brilhou aos nossos olhos foi a atuação da escola frente às profissões ligadas ao digital, qualificando recursos humanos com potencial para uma nova realidade, e isto atende à FBZ”, analisa o diretor de vendas do grupo imobiliário, Eduardo Vasconcelos. 

De acordo com o empresário, o projeto é repleto de inovações, sustentabilidade e promete conectividade e integração aos moradores do Cidade Inteligente. “Toda a estrutura da escola e os cursos aplicados nos deixou impressionados, e logo decidimos pela contratação dos estudantes”, revela Vasconcelos, ao considerar o alinhamento da educação oferecida pela escola às necessidades do desenvolvimento do projeto urbano. “A escola deu provas que contribui com a evolução das pessoas”.

Matheus Eder Ramos é um dos contratados pela construtora e, desde novembro de 2023, atua na área de vendas. Com 19 anos de idade, ele se qualifica em marketing e tráfego pago e reconhece que a formação que recebeu na escola ajuda no desempenho de seu trabalho. “Sei como fazer o investimento financeiro nas plataformas de anúncios de maneira a potencializar o número de visitantes para a página do empreendimento na internet”, explica o jovem, acrescentando que “isso colabora bastante nas vendas on-line e anúncios”.

Ele conta que a experiência é válida e tem sido maravilhosa. “Tenho enorme gratidão, pois todos os dias aprendo como melhorar pessoal e profissionalmente, e a essa contratação significa tudo na minha vida hoje”, complementa Matheus Ramos.

Ao oferecer a Educação Profissional e Tecnológica (EPT), a Escola do Futuro já contribuiu com a formação de milhares de estudantes em Goiás. Nos últimos dois anos, mais de 20 mil jovens passaram pelas seis unidades das escolas, que juntas ofertaram 1.106 cursos de capacitação e qualificação profissional, no mesmo período. 

Inserido nas estatísticas das escolas, Matheus Ramos mantém uma opinião positiva de tudo o que aprende e pode aplicar na prática, com a contratação pela FBZ. “A Escola do Futuro dá oportunidade de aprendizagem em várias áreas e visão de futuro. Quem estuda aqui tem futuro garantido”, arremata o jovem.

A qualificação profissional capacita o jovem e o deixa alinhado às necessidades do mercado, aumentando as chances de efetivação. “Aqui estamos vendo isso acontecer, mesmo com os estudantes ainda em curso, sem concluir os estudos”, aponta o diretor da Escola do Futuro Sarah Luísa Kubitschek, Leandro Nery, ao avaliar que as contratações da construtora refletem o trabalho estratégico no município, ao sediar uma unidade escolar focada em tecnologia. “Quando vimos o número significativo de aproveitamento profissional dos estudantes por uma só empresa, percebemos a assertividade do projeto pedagógico e da finalidade das Escolas do Futuro”. 

Segundo Nery, a construtora encontrou respostas às suas demandas: “Isso demonstra que a escola acompanha a realidade do mundo do trabalho, e suas ações possibilitam a inserção da juventude no mercado de trabalho”.

Na visão do empresário Eduardo Vasconcelos, o município de Santo Antônio do Descoberto é agraciado com a escola que “exerce um papel fundamental para a evolução da cidade e das pessoas”, finaliza.

Por: Célia Oliveira
Da Secretaria de Comunicação do CETT-UFG

O estudante Kauã diz que na Escola do Futuro ele desenvolve mais habilidades em Front-End

Mais de 2 mil estudantes da rede estadual têm primeiro contato com as profissões mais solicitadas pelo mercado, nas Escolas do Futuro

Eles integram uma turma especial formada pela parceria entre a Seduc e Secti, em conjunto com as escolas. A iniciativa criou o Jornada para o Futuro, que oportuniza conhecimentos tecnológicos que estão em evolução no mundo 

Cinco unidades das Escolas do Futuro de Goiás e 14 Centros de Ensino em Período Integral (CEPIs), em diferentes municípios do estado, conduzem a formação especial e focada em cursos tecnológicos e técnicos de 2.271 estudantes do Nível Médio da rede de ensino pública.  Oriundos dos Cepis, eles estão também matriculados nas Escolas do Futuro, e compõem as 83 turmas participantes dos cursos de qualificação profissional como o de Desenvolvedor Front-End, e o curso Técnico de Nível Médio em Desenvolvimento Web e Cibersegurança.

A formação em Desenvolvimento Web e Cibersegurança, oferecida pelas Escolas do Futuro, em conformidade com a Educação Profissional e Tecnológica (EPT), é uma das profissões mais demandadas atualmente pelo mercado de trabalho. O estudo “O Brasil do Futuro: Rumo à Produtividade, Inclusão e Sustentabilidade”, do Banco Mundial, de 2023, apontou essa profissão como uma das mais requisitadas pelas empresas. Segundo a publicação, o Brasil precisa acolher tecnologia e preparar pessoas, sobretudo a juventude, tendo em vista as profissões que estarão em alta nos próximos anos.

Cursando o 1º ano no Cepi Buriti Sereno Garden, em Aparecida de Goiânia, Kauã Alves diz que o curso de Front-End, está permitindo aprender mais do assunto, a ter domínio e liderança. “Aqui na Escola do Futuro tem muito recurso para gente construir nossas ideias e colocar em prática, desenvolvendo mais aptidão nessa parte que compreende o visual de sites e aplicações”. 

A união das secretarias de estado da Educação, e de Ciência e Tecnologia com as escolas sustentam os jovens no Jornada para o Futuro, iniciativa que visa ampliar o acesso à educação, bem como a inclusão no mundo digital. “Receber esses estudantes nas dependências das Escolas do Futuro, para um projeto especial, engrandece a missão de ensinar e de transformar vidas por meio da educação profissionalizante e fortalece o papel institucional das escolas no meio social”, argumenta o gerente de Ensino do Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG), Alex Vieira.

Ele explica que o Jornada para o Futuro conta com uma nova matriz curricular desenvolvida para atender aos estudantes fazendo com que eles concluam o ensino médio já com um diploma de curso profissionalizante. “É uma integração que engrandece a formação escolar alinhada às demandas futuras”, pontua Vieira, ao destacar que as Escolas do Futuro têm um portfólio de cursos voltados à capacitação e qualificação de jovens e adultos para os setores tecnológico/digital e de inovação, “e todo o arcabouço pedagógico das escolas leva ao desenvolvimento de novas habilidades e atitudes, fazendo dos cidadãos agentes de mudança e coautores de suas formações profissionais”.

A dinâmica do Jornada para o Futuro, foi elaborada de forma que as instituições parceiras assistam às turmas. “A parte propedêutica (Educação Regular/Formação Geral Básica) e a Formação Técnica são executadas tanto pelos CEPIs quanto pelas Escolas do Futuro, num sistema de articulação e complementaridade que considera a importância do conteúdo a ser aplicado”, esclarece o gerente do CETT-UFG, ao comentar que o Jornada para o Futuro é um programa piloto.

"Aqui estou aprendendo a programar, que é minha área favorita. Comecei com a linguagem Python, CSS, agora o HTML”, cita Davi Barbosa estudante do 2º ano no Cepi Deputado José de Assis, em Goiânia. Para ele, integrar a formação de nível médio com a técnica é caminho seguro para o futuro. “Isso é muito bom para quem está saindo do ensino médio e quer começar algo novo, moderno e buscado pelo mercado de trabalho”, diz o jovem.

Jornada para o Futuro: desde  janeiro/2024, nos 14 Centros de Ensino em Período Integral (CEPIs):  
 
• Cepi Divino Pai Eterno, em Trindade 
• Cepi Dom Veloso, em Itumbiara 
• Cepi Presidente Castelo Branco, em Bonfinópolis 
• Cepi Professor Joaquim Carvalho Ferreira, em Goiânia 
• Cepi Deputado José de Assis, em Goiânia 
• Cepi Professor José Pascoal, em Silvânia 
• Cepi Pedro Vieira Januário, em Bela Vista de Goiás 
• Cepi Raimundo Santana Amaral, em Rubiataba 
• Cepi Barão do Rio Branco, em Palmeiras 
• Cepi José de Assis, em Santo Antônio do Descoberto 
• Cepi Dom Eric James Deitchman, em Mineiros 
• Cepi Buriti Sereno Garden, em Aparecida de Goiânia 
• Cepi Jayme Câmara, em Goiânia 
• Cepi Marajó, em Valparaíso de Goiás

Por: Célia Oliveira
Da Secom/CETT-UFG

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