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O SGC é um sistema robusto para otimizar processos e atividades na gestão escolar

Por mais eficiência na gestão e nas relações com a comunidade

CETT-UFG opera com o novo Sistema de Gestão de Cursos. A ferramenta com abordagem digital e sistêmica gera benefícios internos e externos nos processos de captação de novas inscrições para os cursos oferecidos 

O Sistema de Gestão de Cursos (SGC), um software para unificar informações e facilitar o fluxo de trabalho entre as Escolas do Futuro, os Colégios Tecnológicos de Goiás e seus públicos, além de organizar a gestão interna, já está em operação.  

Desenvolvido pelo Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG), instituição gestora da rede pública de ensino profissionalizante, a ferramenta tecnológica fará todo o processo de planejamento de oferta de cursos, a divulgação deles, a gestão de inscrições e a geração da lista de inscrições homologadas e, consequentemente, das matrículas. 

O analista de Soluções Tecnológicas do CETT-UFG, Prof. Dr. Arnaldo Alves Ferreira Júnior, explica que o novo SGC é um sistema robusto. “Tem uma capacidade imensa para responder às demandas das escolas e colégios, e também de outras instituições, otimizando processos e atividades”.    

Cada vez mais adotados por organizações e segmentos socioprodutivos, como o escolar, os sistemas de gestão digitais são plataformas inteligentes que automatizam operações e se interligam a outras ferramentas ou aplicativos para uma gestão eficiente. “O Sistema de Gestão Cursos do CETT-UFG, por exemplo, conta com um chatbot no whatsapp estabelecendo uma comunicação direta com os usuários, permitindo uma integração com o site da instituição”, assinala. 

Ao dinamizar as atividades, o sistema favorecerá maior padronização e acesso a dados tanto para atender à comunidade escolar quanto para "a tomada de decisões, adoção de uma abordagem sistêmica de gestão interna e melhorar a eficiência”. 

Para o professor, desenvolver mais uma ferramenta para o CETT-UFG é dar condições modernas para uma instituição, que, no seu trabalho, tem por foco a oferta da educação tecnológica. “Com a ferramenta, os processos rodarão do início ao fim com fluidez e segurança, sem falhas e/ou ruídos”, diz Arnaldo Júnior, ao evidenciar que os usuários terão maior agilidade naquilo que desejam ou necessitam.Por: Célia Oliveira
Secom/CETT-UFG

GPI E STAI: Conhecimentos e esforços geram soluções a pequenos negócios

Estudantes, pesquisadores e consultores desenvolvem soluções para gestão e produtividade de pessoas e microempresas 

Neste segundo semestre/2024, nove Grupos de Pesquisa e Inovação (GPI) das Escolas do Futuro de Goiás encerraram seus projetos e apresentaram os resultados das soluções especializadas que visam contribuir com as EFGs e sociedade. Os trabalhos contaram com a contribuição dos Serviços Tecnológicos e Ambientes de Inovação (STAI) e de consultores.

Os grupos reúnem integrantes das escolas, professores, consultores e estudantes, que organizados em linhas de pesquisa e estudos buscam oportunizar a pequenos negócios, o desenvolvimento de soluções práticas, nos âmbitos intelectual, escolar e social. Nos encontros extraclasse, compartilham ideias, informações, somam habilidades e estudam soluções que possam auxiliar os pequenos empreendimentos.

“Os grupos estão contribuindo com a produção ou geração de conhecimentos que impactam nas atividades de microempresas nos eixos de Plano de Negócio, Plano de Marketing, Plano de Desenvolvimento Individual e Produção de Ferramental Técnico”, explicita o coordenador dos Grupos de Pesquisa das EFGs, Ricardo Limongi.  

De acordo com ele, os resultados mostram novos caminhos para a gestão e produtividade das empresas selecionadas por edital para ter acesso aos serviços dos grupos de pesquisas e do STAI. “Dentro desse campo de trabalho, todos interagem em um projeto em comum, para que as soluções e análises construídas sejam de valor e significativas para a comunidade interna e externa das Escolas do Futuro de Goiás”.

Os resultados dos GPIs abarcam ações para a definição de objetivos e estratégias de negócios, gestão, relacionamento com clientes, aspectos de comercialização, inovação, automação, protótipos e desenvolvimento pessoal e profissional. “Estamos indo além das salas de aula, e estamos colaborando com os negócios e oportunizando às pessoas a chance de empreender neste cenário digital”, destaca Limongi.

Com relação a Planos de Negócio, foram atendidas:  
a) ONG assistida pelo GPI LabEC: Movimento Bem-estar - soluções e projetos sociais integrados  
b) Microempresa assistida pelo GPI Empresa Verde: Praditto - fabricante de armações de óculos sustentáveis  
c) ONG assistida pelo GPI Lab. Culturas: Ponto de Cultura Justina - coletivo de arte comunitária

 Plano de Marketing:  
a) Microempresa assistida pelo GPI Inova Digmarketing: Florinda Modas - comercialização de moda feminina, masculina e infantil  
b) Microempresa assistida pelo GPI Branding Ideas: Sidélia Modas - comercialização de moda feminina

 Plano de Desenvolvimento Individual: 
a) Assistência do GPI Playmakers: Realocação profissional

Produção de ferramental técnico: 
a) Processo de remanufatura de MDF Instituição assistida pelo GPI Games Transmidiáticos educacionais: Educartgames – fabricação de brinquedos educacionais  
b) Visor de Realidade Virtual Imersiva de Baixo Custo Instituição assistida pelo GPI Revie: EFG Raul Brandão de Castro - experimentação no espaço STAI Lab.i9  
c) Central de Atendimento Multicanais e Multiusuários (EduTech) Instituição assistida pelo GPI Revie: EFG Raul Brandão de Castro – automação dos canais de atendimento da Secretaria escolar
d) Design de Jogo – protótipo de game marketing,  Instituição assistida pelo GPI Advergames: CETT – Comunicação EFGs: Jornada Tecnológica - RPG educacional.

Por Célia Oliveira
Secom/ CETT-UFG

CETT-UFG lança ‘chatbot´ no WhatsApp para as Escolas do Futuro e Colégios Tecnológicos de Goiás

Os canais virtuais ampliam a comunicação com os usuários, e a interação é gratuita, bastar salvar os números e enviar mensagens 

O Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG), instituição administradora das Escolas do Futuro e dos Colégios Tecnológicos de Goiás lança dois assistentes virtuais no WhatsApp ampliando a comunicação com a comunidade. Os canais prestam atendimentos para tirar dúvidas sobre os processos de acesso às unidades escolares, bem como meios de inscrições, matrículas, requisitos, modalidades de ensino.

O “chatbot” (robô que simula uma interação com uma pessoa) também vai prestar informações sobre o horário de funcionamento das Escolas e dos Colégios, instalados na capital e interior. O usuário também poderá deixar sugestões, dúvidas e/ou reclamações e até mesmo falar com a unidade escolar. Ainda será possível conhecer e se informar sobre toda a estrutura das escolas e colégios, conhecer cursos e requisitos para inscrições e matrículas, incluindo os editais de seleção, formas de agendar os espaços e ambientes de inovação.

A interação é gratuita. Para ter acesso ao conteúdo, é necessário adicionar aos contatos do celular os números (62) 99810-9649 para falar com as Escolas do Futuro; e, (62) 99270-5420 para interação com os Colégios Tecnológicos. E, em seguida, enviar uma mensagem no WhatsApp para os contatos, iniciando a conversa. Outras formas de acessar os chatbots são através do Instagram @escolasdofuturodegoias ou @cotecgoias ou ainda dos sites efg.org.br e cotec.org.br.  

Para além do suporte automatizado, é possível ter atendimento humanizado, no período compreendido de segunda a sexta-feira, das 9 às 18h.

Equipe do MEC inicia trabalhos para formular a Política Nacional da EPT. Os primeiros resultados serão apresentados em novembro/24

MEC inicia formulação da Política Nacional da EPT

Grupo de Trabalho Interinstitucional realizou primeira reunião visando à produção de subsídios para a Política Nacional de Educação Profissional e Tecnológica (EPT) 

O Ministério da Educação (MEC) coordenará o Grupo de Trabalho Interinstitucional (GTI) que tem a finalidade de produzir subsídios para a Política Nacional de Educação Profissional e Tecnológica (PNEPT). O grupo foi instalado em reunião híbrida realizada no último 4 de julho.

O colegiado é formado por diversas instituições, como órgãos do governo federal e entidades da sociedade civil, além de estudantes. O grupo deve apresentar um diagnóstico sobre a situação da educação profissional e tecnológica (EPT) no País, propor metodologias para identificar e atualizar a demanda pela modalidade e elaborar subsídios para a definição de metas, estratégias e ações. A instituição do GTI está prevista no Decreto nº 11.985, assinado em abril pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. 

O secretário-executivo substituto do MEC, Gregório Grisa, coordenador do colegiado, classificou a instalação do grupo como um momento importante para a EPT. “Esse é um momento ímpar para a educação profissional e tecnológica do nosso país. No MEC, a partir da direção do Ministro da Educação Camilo Santana, temos dado ênfase na EPT em todos os níveis. Sabemos da importância da expansão da modalidade para a economia do País e da importância estratégica para o ensino médio, a graduação e a pós-graduação. Por isso, o MEC tem desenvolvido um conjunto de políticas norteadas pelo caráter transversal da EPT, visando à ampliação de oportunidades e empregabilidade, bem como à garantia de aprendizagem”, acrescentou.

Grisa pontuou desafios que o colegiado deve debater para apresentar propostas. “O MEC tem boas expectativas sobre o GTI. Esperamos que vocês nos deem insumos para avançarmos em três frentes: a primeira é a avaliação e o recenseamento da EPT. Precisamos compreender a oferta de cursos no Brasil. Há um conjunto de dados não percebidos. A segunda é a dimensão de professores. Temos um desafio de captar docentes para formação na EPT. Por fim, temos a normatização da aprendizagem profissional”, disse. Ele também anunciou que, em breve, será criada uma diretoria de avalição da EPT no âmbito do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao MEC.

O secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli, detalhou o funcionamento do grupo, com câmaras setoriais para debater temáticas como itinerários formativos, avaliação de indicadores, diagnóstico, articulação e intersetorialidade das redes de EPT. Também falou sobre alguns desafios, como a verticalização da oferta, o Sistema Nacional de Avaliação e a nova Rede de Certificação Profissional. Bregagnoli afirmou que o colegiado vai ouvir especialistas e analisar estudos sobre a temática. “Este é um momento histórico, simbólico, com a junção de forças, união de diferentes redes e apoiadores. Acredito que teremos bons resultados em prol da sociedade, em prol dos nossos jovens, visando a melhoria da qualidade de vida, emprego e geração de renda”, avaliou. 

Na reunião de instalação, o GTI debateu o contexto da EPT no País, tratou do escopo de trabalho, aprovou o regulamento do grupo e definiu o calendário de atividades. O GTI deve entregar o relatório final dos trabalhos em novembro. 

 Composição – O GTI é composto por 36 membros titulares, com seus respectivos suplentes. Além do MEC, participam do colegiado: Casa Civil da Presidência da República; Ministério da Agricultura e Pecuária; Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação; Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar; Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; Ministério do Trabalho e Emprego; Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE); Inep; Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii); Conselho Nacional de Educação (CNE); Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais e Distrital de Educação (Foncede); Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif); Conselho Nacional de Dirigentes das Escolas Técnicas Vinculadas às Universidades Federais (Condetuf); Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed); Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti); Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial; Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac); Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar); Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); Associação Brasileira de Mantenedores de Escolas Técnicas (Abmet); representantes dos trabalhadores, indicados pelo Conselho Nacional do Trabalho (CNT); representantes do setor produtivo, indicados pela presidência do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS); representantes de conselhos profissionais; e estudantes indicados pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes); e União Nacional dos Estudantes (UNE).  

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva (SE) e da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) 

CETT-UFG oferece soluções para a gestão escolar

O ferramental tecnológico desenvolvido pela instituição traz diversos benefícios para a eficiência das rotinas administrativas escolares e relações com a comunidade 

O Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG), especializado em ensino tecnológico, aplica seu know-how na administração das Escolas do Futuro do Estado de Goiás e dos Colégios Tecnológicos do Estado de Goiás para desenvolver aplicativos, sistemas e ferramentas digitais que facilitam a gestão escolar. As soluções são criadas pelo próprio CETT-UFG com o objetivo de organizar a rotina das escolas e colégios. “Esse cotidiano da gestão escolar vai desde a relação com a comunidade, com a divulgação dos editais de seleção, até a formatura dos estudantes”, explica o diretor do CETT-UFG, Moisés Cunha.

Segundo ele, fornecer essas soluções tecnológicas é um aproveitamento real da capacidade criativa e profissional da instituição, para facilitar a gestão tanto interna quanto de outras organizações interessadas nas ferramentas com vistas a agilizar processos burocráticos. “Esses recursos podem ser usados por qualquer instituição de ensino”, acrescenta o diretor.

“São registros de matrículas, coleta e armazenamento de dados, geração de relatórios, acompanhamento de metas e resultados; um infinito de demandas diárias e temporárias que movem a gestão escolar e, portanto, precisam de otimização”, enumera Cunha.

As soluções de gestão desenvolvidas pelo CETT-UFG extrapolam o ambiente escolar, oferecendo aplicativos para o mercado de trabalho, como o Minha Vaga. Totalmente gratuito, o aplicativo facilita a inserção de pessoas no mercado profissional. “O aplicativo integra vagas de trabalho e currículos inscritos na plataforma”, afirma Moisés Cunha, mencionando também o Rede Indica, “uma rede social de currículos e contratação para estudantes dos Colégios Tecnológicos de Goiás, os Cotecs”.

Dada a intensidade do fluxo de informações em uma unidade escolar, as ferramentas tecnológicas aumentam o controle sobre os dados, melhorando o atendimento ao aluno, a relação ensino-aprendizagem, a personalização do ensino e “reduzindo os custos operacionais, permitindo à instituição ganhar espaço para outras atividades, apoio à comunidade e superação de desafios, além de melhorar a comunicação”.

As plataformas inteligentes desenvolvidas pelo CETT-UFG estão disponíveis para instituições de ensino de qualquer segmento e podem ser adaptadas para atender necessidades específicas. Entre elas estão:

  • Edu.Cett
    - Centralização e organização: Todas as informações relacionadas à gestão administrativa das unidades de ensino são centralizadas em um único sistema.
    - Personalização e adaptabilidade: Permite personalização completa de acordo com as necessidades específicas de cada unidade.
     - Integração e interatividade: Promove a interação e a colaboração entre os usuários, facilitando a comunicação e o acompanhamento dos registros em tempo real.
  • Educustos.Cett
    - Foco na Educação: Atende às demandas financeiras das instituições educacionais, garantindo gestão precisa e eficaz dos recursos financeiros.
    - Personalização para a Área Educacional: Oferece soluções sob medida para lidar com desafios financeiros específicos enfrentados por escolas e instituições de ensino.
    - Otimização Financeira: Capacita as instituições otimizarem seus recursos financeiros, garantindo uso eficiente dos fundos.
  • Ofícios.Cett
    - Eficiência na gestão de processos: Cadastro e acompanhamento de ofícios, gerenciando tarefas de controle de forma eficaz.
    - Comunicação transparente e colaborativa: Melhora a comunicação entre setores e permite acompanhamento de solicitações por todas as partes.
    - Melhoria da qualidade do atendimento: Respostas mais rápidas e precisas às solicitações.
  • Cursos.Cett
     - Gestão multidisciplinar integrada: Alinha todas as áreas educacionais de forma eficiente.
     - Automação de processos: Economia de tempo e recursos para atividades mais estratégicas.
    - Integração plena com websites: Garante experiência online transparente e consistente para alunos e administradores.
  • Stresstester
    - Teste de Estresse Automatizado: Função automatizada para testar o desempenho de URLs, identificando problemas rapidamente.
    - Coleta de Métricas Detalhadas: Envia arquivos, documentos e ofícios de forma simples.
    - Registro de Resultados e Logs: Proporciona visibilidade sobre os acessos de arquivos.
  • Minha Vaga!
    - Personalização de Currículos: Candidatos podem postar, personalizar e editar seus currículos.
    - Acompanhamento de Ofertas e Oportunidades: Permite que candidatos acompanhem ofertas de emprego e oportunidades que surgem.
    - Serviço Online e Gratuito: O Minha Vaga! é um serviço totalmente online e gratuito.
  • Data Warehouse e Business Intelligence
    - Integração de sistemas: Dados gerados a partir de uma grande variedade de fontes e consolidados para otimização de processos e redução de custos.
    - Geração de indicadores para gestão eficiente: Por meio de análise avançada das bases de dados, o CETT-UFG gerencia os principais indicadores de desempenho dos projetos, permitindo decisões ágeis e mais seguras.
    Por: Célia Oliveira
    Da Secom/CETT-UFG

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