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Cotec em Artes Labibe Faiad realiza a Semana Pedagógica 2025

O Colégio Tecnológico (Cotec) em Artes Labibe Faiad, que funciona na cidade de Catalão, realiza a Semana de Capacitação Pedagógica 2025 entre os dias 21 e 24 de janeiro. O principal objetivo do encontro é promover a troca de experiências e a consolidação dos laços entre os profissionais da educação profissional tecnológica em artes para refletir sobre o que foi feito em 2024 e elaborar o planejamento das ações que serão desenvolvidas ao longo do ano letivo de 2025. 

A diretora de Artes e Culturas do CETT-UFG e vice-diretora da EMAC-UFG, Flavia Maria Cruvinel, participou da abertura do evento, quando foi realizada uma reunião para definir os procedimentos a serem adotados para o início do ano letivo. Além disso, vão ser ministradas palestras pela psicóloga Carla Dourado Machado e pela escritora Ana Ferreira.  

A Semana pedagógica conta também com uma formação para os professores do Cotec, trazendo um alinhamento sobre as trilhas formativas com cada eixo: Artes Visuais, Dança, Música e Teatro. Na ocasião vai ser feita também uma capacitação técnica para a utilização do ambiente SIGA, atualização dos diários, elaboração da lista de acompanhamento de evasão, eventos do calendário e compra e destinação de insumos.

EFG em Artes Basileu França realiza a Semana de Capacitação Pedagógica 2025

Diretores, coordenadores, professores e técnicos administrativos da Escola do Futuro de Goiás em Artes Basileu França participaram da Semana de Capacitação Pedagógica 2025, que foi realizada entre os dias 13 e 17 de janeiro no Teatro Escola Basileu França. O evento teve o objetivo de trazer conhecimentos que possam ser aplicados na formação dos alunos das diversas áreas da instituição, sendo também um momento de interação entre os colaborares. A abertura contou com a presença da diretora executiva da Funape, professora Sandramara Matias Chaves. 

No esforço de abarcar o máximo possível de temas relacionados ao ensino-aprendizagem, foram abordados diversos assuntos relacionados à educação, focados no bem-estar de toda a comunidade acadêmica:  “Compreendendo e apoiando alunos com necessidades educativas especiais nas artes”; “Competências socioemocionais – conduzindo a emoção como equilíbrio no ambiente escolar”; “Como definir as competências socioemocionais para apoiar escolas e professores”; “Prevenção e enfrentamento do assédio sexual e moral”; “Prevenção de lesões em professores de artes: uma abordagem fisioterapêutica para promoção da saúde e bem-estar";  “Inteligência emocional e comunicação não violenta: fortalecendo a resiliência no ensino”; “Janeiro Branco - conscientização sobre a Saúde Mental”; “Desafios da Educação Profissional e Tecnológica”; e “A voz que educa: relacionando saúde vocal e comunicação eficaz”. 

Para abordar tais assuntos, foi selecionado um time multidisciplinar, como a especialista em Saúde Coletiva Bianca Estrozi, a arte-terapeuta Lara Braga, a psicanalista Cibele Ramos, a advogada e mestranda em Direitos Humanos Rogéria Francisca Silva, o educador e pesquisador do Movimento Adriano Bittar, a doutora em Psicologia e Psicopatologia Marilúcia Lago e a psicóloga Lucília de Lima, entre outros.  

Um tema que provocou bastante reflexão foi a Mesa Redonda “Metodologias Ativas nas Artes - estratégias para reduzir a evasão, avaliar resultados, promover a permanência, certificar talentos e inserir no mercado de trabalho”, que teve como debatedores o professor do Instituto Federal de Goiás Éliton Pereira; a diretora de Artes e Culturas do CETT-UFG e vice-diretora da EMAC-UFG, Flavia Maria Cruvinel; o diretor do Instituto Gustav Ritter, Edmar Carneiro; a diretora da EFG Basileu França, Lóide Magalhães e o vice-diretor da EFG Basileu França, Juliano Silvestre.  

O evento contou ainda com oficinas ministradas por diversos professores direcionadas aos corpos docentes das respectivas áreas da instituição: Artes Visuais, Arte-Educação, Circo, Dança, Música, Produção Cênica e Teatro.  

Obras de reformas e construção dos Cotecs avançaram em 2024

CETT-UFG gerenciou as obras na Cidade de Goiás, Porangatu e Cristalina 

Para o Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG), o ano de 2024 foi um tempo de execução de grandes obras e reformas estruturais nas unidades dos Colégios Tecnológicos de Goiás, administrados, sob convênio, com a Secretaria de Estado da Retomada (SER), pasta provedora dos recursos financeiros para tal finalidade e para a oferta da Educação Profissional e Tecnológica (EPT).

O CETT-UFG consolidou o ano com 85% das obras de construção do Cotec Goiandira Ayres do Couto, na Cidade de Goiás, concluídas. Avanços foram registrados em duas outras obras de reformas. Uma em Porangatu, com 99% dos trabalhos executados no Cotec Maria Sebastiana da Silva, e outra na cidade de Cristalina, onde 86% da reforma foi cumprida no Cotec Genervino Fonseca. Já em Goiânia, a sede do Cotec Sebastião de Siqueira foi concluída.

Dentre as obras, o colégio da Cidade de Goiás será o primeiro a contar com uma sala multididática, além de 10 laboratórios (culinária, beleza, informática, prática de enfermagem), e sete salas de aula. “Em março passado, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, visitou as obras da nova unidade, que atualmente funciona em um local alugado”, lembra o diretor do CETT-UFG, Moisés Cunha, ao apontar que a entrega do novo colégio está prevista para o primeiro semestre deste ano.

O diretor explica que a sala multididática será dedicada às mães em condições de vulnerabilidade, propiciando conforto e segurança para que elas possam deixar seus filhos no local enquanto fazem seus cursos de capacitação ou qualificação profissional. “É um espaço, um recurso que fará a diferença quando falamos em criar condições e cursos de qualidade para que as pessoas possam se profissionalizar”, afirma.

Todas as obras ampliam a capacidade de atendimento às comunidades onde estão localizados os colégios. “São 17 unidades voltadas para a oferta da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) de forma gratuita”, reforça Moisés Cunha.

Escolas do Futuro conectam pessoas ao universo da inovação e do empreendedorismo por meio do STAI

Mais de 400 projetos foram aprovados para desenvolvimento nos Serviços Tecnológicos e Ambientes de Inovação (STAI), dentro de três programas realizados em 2024

Ao longo de 2024, os Serviços Tecnológicos e Ambientes de Inovação (STAI), instalados nas Escolas do Futuro de Goiás, aprovaram 430 projetos, que receberam consultorias para saírem do papel.  Participar do STAI é uma excelente oportunidade para profissionais e estudantes adentrarem o mundo da inovação e do empreendedorismo.

Por meio de editais de seleção, o STAI coordena e assiste à execução de projetos que exploram a tecnologia e impulsionam a inovação, por meio de programa especiais como a Pré-Incubação, o Inove Mais e o Goianas S/A.  “Foram seis ciclos, que prepararam jovens e potenciais empreendedores para modelos de negócios envolvendo a criação ou melhorias de produtos e serviços”, destaca a coordenadora do STAI, Ranielly Mendes.

Segundo ela, essa prática ajuda as pessoas a enfrentarem/conhecerem os desafios de suas ideias, a construírem soluções e a darem vida às ideias, adequando-as à realidade mercadológica. “Os participantes aproveitam, gratuitamente, dos ambientes de inovação para moldar suas visões, executar as jornadas de aprendizagem (teoria, prática, prototipagem etc.), criar ou melhorar seus negócios já existentes ou em intenção de desenvolvimento”.

A Escola do Futuro é uma rede de ensino ligada à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e, desde 2021, é gerida pelo Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT) da Universidade Federal de Goiás (UFG).

CETT-UFG realiza Encontro de Gestão das Escolas do Futuro de Goiás

Nos dias 12 e 13 de dezembro o CETT-UFG realizou o Encontro de Gestão das Escolas do Futuro de Goiás 2024, no auditório da Funape. No primeiro dia, os diretores das seis escolas se reuniram com a diretoria do CETT para fazer a avaliação anual e estabecer as metas para o ano de 2025. “Nesses encontros que nós aprendemos a disponibilizar as melhores ferramentas para que o trabalho de vocês seja facilitado, para buscarmos juntos soluções para os desafios de gestão”, pontuou o diretor-geral do CETT, Moisés Cunha.

“Nós tivemos dois anos muito difíceis, que foi 2021, que foi a implantação da gestão do CETT, e 2024, que foi a implantação do Jornada para o Futuro”, destacou a diretora de Ensino, Daiana Pimenta Daiana. “Mas, graças a vocês, nós conseguimos encontrar caminhos para buscar alternativas para resolver os desafios que surgiram”, complementou.

Tal fato foi confirmado pelos diretores das cinco Escolas do Futuro ligadas ao ensino de Tecnologia. “Nós atendíamos apenas alunos acima de 16 anos, e, com a parceria com a Seduc no Jornada para o Futuro, nós passamos a receber uma equipe da Seduc e alunos acima de 13 anos, então, isso nos trouxe passamos a lidar com questões que não lidávamos antes, foi muito desafiador, mas com muita perseverança, muito trabalho, com a equipe unida nós conseguimos vencer os desafios”, afirmou a diretora da Escola Paulo Renato de Souza, Alcione Martins de Moraes.

“Tivemos um ano muito desafiador, mas todo desafio traz um pouco de aprendizagem. Ressalto a parceria com a Seduc no projeto Jornada para o Futuro, que foi formidável, muitas lições aprendidas e muitas contribuições sociais com os alunos da rede de ensino do Estado de Goiás”, contrapôs o diretor da Escola Sarah Kubitschek de Oliveira, em Santo Antônio do Descoberto, Leandro Nery.

O diretor da Escola do Futuro Luiz Rassi, em Aparecida de Goiânia, Vinícius Seabra, disse que vivenciou os mesmos desafios, mas que há também muito a comemorar. “O ano de 2024 foi um ano no qual conseguimos desenvolver muitas das ações previstas no cronograma. Muitos alunos tiveram a perspectiva de mercado transformada, chegamos no final do ano com quase dois mil alunos vinculados à Escola”, celebrou.

A Escola do Futuro em Artes Basileu França, em Goiânia, também tem muitas razões para celebrar, segundo sua diretora, Lóide Magalhães. “O Basileu teve um ano muito produtivo. A Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás foi destaque no Young Euro Classic, principal festival europeu para orquestras jovens internacionais, que aconteceu em Berlim, tendo sido a única, entre 19 orquestras, a ter o concerto exibido ao vivo pelo canal alemão Art TV. Em seguida, fez turnê em outros três países: República Tcheca, Áustria e Hungria. Alunos de Dança de Rua foram convidados para dançar no Festival Internacional de Hip-Hop em Phoenix, nos Estados Unidos. Alunos de dança receberam 24 prêmios das maiores seletivas mundiais, sendo que o principal prêmio de balé do mundo, o Prix de Lausanne, foi nosso. O balé também fez turnê na Turquia.

Temos recebido muitos alunos de inclusão, o que significa que é um processo que está dando certo. E o Programa Levemente tem apresentado bons resultados”, listou.

Para a diretora de Desenvolvimento e Avaliação, Alethéia Cruz, produtividade também foi a palavra do ano nas Escolas do Futuro: “Este foi um ano muito produtivo dentro dos Stais, o que é resultado do trabalho que foi desenvolvido nos anos de 2021 a 2023 e que se consolidou no ano de 2024. Para nós, o que foi mais desafiador foi o processo de inclusão dos menores, garotos de 14, 15 anos quiseram participar, e a gente não tinha essa dinâmica antes, então, tivemos que nos organizar para atender essa demanda. Mas nós tivemos uma troca muito melhor, vocês nos acessaram, esclareceram dúvidas, trouxeram sugestões, então, tivemos uma escuta ativa, e isso faz com que vá melhorando nossos processos, vá ajustando, para que a gente possa seguir para uma etapa melhor.”

O encontro foi, ainda, o momento para dar boas-vindas a dois novos gestores, a diretora da Escola Raul Brandão de Castro, em Mineiros, Vera Lúcia Vilela, e o diretor da Escola José Luiz Bittencourt, em Goiânia, Elton Ferreira Santana. “Foi um ano de muitas conquistas. O maior desafio era trazer o aluno para dentro da escola e nós conseguimos esse feito, por meio da mostra Inov Tec, por exemplo, quando passaram pela escola mais de 800 alunos. Esse foi um evento que marcou muito para a nossa escola e levou muitos alunos a procurarem os nossos cursos”, destacou Vera Lúcia. “Estou há apenas dois meses e meio à frente da escola, mas está sendo uma experiência muito boa, é um projeto que vejo com bons olhos, com algumas dificuldades, porque é um desafio fazer com que os adolescentes em situação de vulnerabilidade continuem os estudos, mas, justamente por isso, representa uma possibilidade de transformação de vida para eles e de realização para nós”, ressaltou.

No segundo dia do encontro, a especialista em Liderança Alessandra Bortolanza ministrou a palestra “Pessoas, Processos & Desempenho” e, em seguida, conduziu dinâmicas práticas no intuito de ensinar boas práticas de governança aos gestores das Escolas do Futuro.

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