Quem somos

saiba mais sobre o CETT-UFG


Onde atuamos

conheça nossas atuações


Como atuamos

nosso meio para transformar vidas


Notícias

esteja por dentro


Institucional

nossa marca, nosso time


Juventude e Sustentabilidade foi tema de debate do G20 Social na Escola do Futuro de Goiás

O encontro, realizado na Escola do Futuro de Goiás Sarah Kubitschek, em Santo Antônio do Descoberto, discutiu o protagonismo juvenil e o desenvolvimento econômico sustentável, reforçando a cooperação entre educação, inovação e setor público para transformar a região do Entorno  

 A Escola do Futuro de Goiás Sarah Kubitschek, localizada em Santo Antônio do Descoberto, recebeu, no último dia 16/10, um evento organizado pelo G20 Social, fórum que reúne as maiores economias do mundo. Intitulado “Inova Mais: Cidades Inteligentes, Humanas e Sustentáveis”, o encontro promoveu duas rodas de conversa focadas no protagonismo juvenil e no desenvolvimento econômico sustentável. A realização foi fruto de uma parceria entre o Governo de Goiás, por meio das Secretarias do Entorno (SEDF-GO) e de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), com apoio da Universidade Federal de Goiás (UFG).

Participaram do evento cerca de 200 estudantes da rede pública local, além de autoridades e especialistas. Esta foi a primeira vez que um evento de tamanha relevância ocorreu na Região Metropolitana do Entorno (RME), ampliando o acesso dos jovens a debates sobre temas globais e conectando-os a experiências internacionais. 

Na primeira roda de conversa, Ismael Lopes, representante do G20 Social, enfatizou o papel dos jovens como agentes transformadores nas comunidades em que vivem. “Os jovens precisam enxergar a função deles como protagonistas políticos e reconhecer a força da cooperação para promover transformações significativas”, afirmou Lopes, destacando que o engajamento juvenil é essencial para consolidar uma sociedade mais justa e inclusiva. 

 Na segunda roda de debate, Fabio Naro, adido da Embaixada da Itália no Brasil, trouxe uma perspectiva econômica ao falar sobre o impacto das pequenas empresas. “Na Itália, cerca de 80% das empresas são pequenas, mas o diferencial está na alta qualidade dos produtos”, explicou Naro, sugerindo que o modelo italiano pode ser uma inspiração para iniciativas econômicas no Entorno de Goiás, que busca alavancar seu desenvolvimento sustentável. 

 Para Alethéia Ferreira da Cruz, diretora de Desenvolvimento e Avaliação do Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia da UFG, eventos como esse são essenciais para aproximar a juventude das temáticas globais e despertar neles o interesse por soluções inovadoras. “Trazer debates dessa magnitude para dentro da escola fortalece o vínculo dos estudantes com o futuro e abre portas para que eles se vejam como parte ativa das soluções sociais e econômicas que o mundo precisa”, destacou Alethéia, reforçando a importância de preparar os jovens para os desafios da economia digital e das cidades inteligentes.

 O diretor da Escola do Futuro de Goiás em Santo Antônio do Descoberto, Leandro Nery, também ressaltou a importância de parcerias entre o setor público e privado para transformar o Entorno em um polo industrial nos próximos anos. “Precisamos fortalecer a cooperação entre as instituições e aproveitar o potencial da nossa região para criar oportunidades de desenvolvimento econômico”, afirmou ele, apostando na integração entre educação, inovação e mercado de trabalho como caminho para impulsionar a economia local.   

Caroline Fleury, secretária do Entorno, por sua vez, destacou o investimento contínuo do Governo de Goiás na educação e o papel estratégico da Escola do Futuro. “Essa escola é uma prova do quanto acreditamos no potencial dos jovens e na inovação como caminho para o futuro”, pontuou Fleury, reafirmando o compromisso do governo em transformar a educação em uma ferramenta de desenvolvimento regional.  

 Além das discussões, os participantes tiveram a oportunidade de visitar as instalações da Escola do Futuro, que abriga projetos inovadores voltados para tecnologia e sustentabilidade.

Aplicativos para tratamento capilar e de estudos são desenvolvidos na Pré-Incubação

Os dois softwares foram os destaques dos estudos e aplicações experimentais no primeiro ciclo de 2024 do programa, desenvolvido nas Escolas do Futuro de Goiás. Em novembro, novos editais para seleção de propostas inovadoras serão abertos 

O desejo é ajudar milhares de pessoas a encontrar soluções eficazes e personalizadas para problemas capilares. Em 2024, ao ser selecionada para o primeiro ciclo do Programa de Pré-Incubação oferecido pelas Escolas do Futuro, gratuitamente, a estudantes e comunidade empreendedora, Marilia Camila de Souza desenvolveu o FolicUp, um aplicativo focado no tratamento capilar. 

O FolicUp combina tricologia e nutrição para oferecer uma abordagem holística e individualizada. “Ele proporciona soluções eficazes, atuando de dentro para fora e de fora para dentro, ajudando pessoas a resolver questões como queda de cabelo, caspa, dermatites e oleosidade excessiva”, explica Marilia de Souza. “O aplicativo também fornece cosmecêuticos (cremes, loções, pomadas e outros itens de uso tópico e externo) e suplementos para quem está passando por disfunções capilares”, complementa.

Com o aplicativo, ela intenta melhorar a qualidade de vida e o bem-estar das pessoas, e, “desta forma ajudá-las no resgate da autoestima, além, é claro, de poder levar ao mercado algo que possa se destacar por meio da inovação tecnológica e da personalização”, vislumbra.

Com o apoio do programa de pré-incubação coordenado pelo Serviços Tecnológicos e Ambientes de Inovação (STAI), dentro das Escolas do Futuro de Goiás, que oferece treinamento, mentorias e cursos, Marilia fortaleceu sua proposta, elaborando um plano de negócios detalhado que incluiu análise de mercado, proposta de valor e identificação de diferenciais competitivos. “Utilizei o Business Model Canvas para mapear as principais áreas da empresa, segmentos de clientes, parcerias-chave, canais de distribuição e estrutura de custos. Além disso, elaborei um cronograma para a implementação do projeto, com metas claras para o desenvolvimento do aplicativo, marketing e parcerias”, enumera. 

Para ela, o mais importante na fase de pré-incubação foi entender a importância da personalização no atendimento aos clientes, e como unir a ciência da tricologia com a nutrição. “Também foi essencial para validar a ideia de que o mercado carece de soluções integradas e abrangentes para problemas capilares de forma pessoal”, admite Marilia de Souza, que foi estudante na Escola do Futuro Luiz Rassi, em Aparecida de Goiânia. 

Também no projeto está a jovem Deborah Loiola, de 20 anos de idade, estudante do Técnico em Desenvolvimento Mobile, na Escola Sarah Luísa Kubitschek, em Santo Antônio do Descoberto, que pretendia democratizar o acesso à educação pré-vestibular. Com a ideia na cabeça, ela partiu para os experimentos e estudos que pudessem dar vida ao negócio, que hoje leva seu nome. 

“A proposta é oferecer conteúdos de qualidade e acessíveis a estudantes que se preparam para provas seletivas, como vestibulares tradicionais e o Enem, especialmente em comunidades de menor poder aquisitivo, onde as pessoas não têm condições de custear cursos preparatórios particulares”, explica. 

Foi na pré-incubação que Deborah Loiola realizou parcerias com grupos de pesquisa e professores, “o que foi fundamental para a criação de conteúdos de qualidade, estruturação e publicação de trabalhos científicos, como resumos simples e expandidos”. A jovem contabiliza outros ganhos com a pré-incubação, como o crescimento pessoal e profissional. “Foi um processo de acreditar que posso fazer a diferença, e a Escola do Futuro não apenas incentiva o desenvolvimento técnico, mas o humano também”, opina a jovem.

Em novembro próximo novos editais à Pré-Incubação serão abertos para inscrições, com o início dos estudos e atividades no princípio de 2025.

 
Por: Célia Oliveira  
SECOM/ CETT-UFG

Governo do estado sanciona leis que beneficiam alunos das Escolas do Futuro de Goiás

Serão investidos mais de R$ 20 milhões na criação dos programas Crédito Social Tech e Bolsa Profissionalizante para os alunos dos cursos de tecnologia e na expansão do programa Bolsa Artista para os alunos do Basileu França 

O governador Ronaldo Caiado sancionou o pacote de leis intitulado de Tech é Social, que vai beneficiar os alunos das Escolas do Futuro de Goiás, e que foi aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa. As leis foram publicadas no Diário Oficial do Estado em suplemento na segunda-feira (7/10) e criam os programas Crédito Social Tech e Bolsa Profissionalizante para os alunos dos cursos de tecnologia, além de expandir o programa Bolsa Artista para os alunos do Basileu França. Os três programas serão executados pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), dentro do Goiás Social.

 “Estamos mudando a história de Goiás ao valorizar nossos estudantes. Com o novo Bolsa Artista, damos mais condições aos nossos jovens de continuar estudando e se formando numa das melhores escolas públicas de ensino profissionalizante de arte do país. Fora isso, garantimos aos estudantes de tecnologia a oportunidade de entrarem no mercado de trabalho com o Bolsa Profissionalizante e com o Crédito Social Tech. Em Goiás, nosso compromisso é com a educação, com a inovação e com o futuro de cada um dos goianos”, afirma o governador Ronaldo Caiado.

O novo Bolsa Artista aumenta o número de bolsas de 230 para 321 e eleva os valores das bolsas de R$ 600 para R$ 900 e de R$ 800 para R$ 1.200, respectivamente. Além disso, serão criados novos auxílios com valores de R$ 600 e R$ 800. O programa beneficia a formação de novos profissionais em grupos como a Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás, a Cia Jovem de Dança do Teatro Basileu França, o Coletivo de Artes Visuais e o Corpo Circense. Com isso, os investimentos anualmente saltam de R$ 1,9 milhão para R$ 3,4 milhões.

O programa Bolsa Profissionalizante, que contará com investimento de R$ 14,1 milhões, destina-se a oferecer apoio financeiro a estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica matriculados em cursos de nível superior de Tecnologia, técnico de Nível Médio ou Qualificação Profissional em Tecnologia ou Artes, nas modalidades presencial e à distância, oferecidos pelas Escolas do Futuro de Goiás. Serão disponibilizadas 3.682 bolsas, com valores que variam de R$ 300 a R$ 400. A iniciativa visa assegurar a permanência e a conclusão dos cursos por esses estudantes.

Por sua vez, o Crédito Social Tech concederá 572 auxílios de até R$ 5 mil para alunos de cursos Técnicos de Nível Médio e de Qualificação Profissional, nas modalidades presencial e à distância, nas áreas de Gestão e Negócios e Informação e Comunicação das Escolas do Futuro. Os valores deverão ser utilizados pelos estudantes para a aquisição de materiais e equipamentos, com o intuito de facilitar seu ingresso no mercado de trabalho e promover a geração de emprego e renda, totalizando um investimento anual de R$ 2,8 milhões.

Titular da Secti, José Frederico Lyra Netto destaca a importância dos investimentos nessas áreas. “Investir na educação artística não apenas enriquece a cultura local, mas também estimula a criatividade, o pensamento crítico e a expressão pessoal, habilidades fundamentais em um mundo cada vez mais dinâmico. Já a educação profissionalizante em tecnologia desempenha um papel vital na preparação de jovens para o novo mercado de trabalho, alinhando suas competências às demandas atuais e promovendo a inclusão social. Ao valorizarmos e ampliarmos esses investimentos, estamos construindo um futuro mais inovador, competitivo e humanizado para todos.”

Fonte: goias.gov.br

Mulheres são maioria nos cursos profissionalizantes oferecidos pelo Cotec

A presença feminina passa de 80% na rede dos Colégios Tecnológicos que integram a política pública educacional mantida pelo governo de Goiás 

Levantamento realizado pelo Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG) revela a presença marcante de mulheres nos cursos gratuitos de educação profissionalizante oferecidos pelo Governo de Goiás e ministrados pelos Colégios Tecnológicos de Goiás (Cotec), unidades da Secretaria de Estado da Retomada (SER), gerenciados pela UFG, via CETT. Os Cotecs têm estruturas em 16 municípios do estado e marcam presença em diversos outros por meio do projeto Cotec Itinerante.

  

Pela apuração feita com dados de 2023, a presença feminina é majoritária nos colégios: 83,4% é o índice de matrículas de mulheres, o que evidencia um forte interesse na educação profissional como estratégia para ampliar as oportunidades de emprego e geração de renda. A média da idade dessas estudantes é de 30 anos, próxima à média da população economicamente ativa no Brasil, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (IBGE, 2022). 

O cenário demonstra o quanto as mulheres enxergam o valor da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) e o quanto assimilaram que esta modalidade educativa abre portas. Elas têm interesse por formações que as preparem para o trabalho, possibilitando uma atuação mais rápida no mercado, ampliando as possibilidades de ocupação, renda e sucesso.  Esse movimento reflete o esforço das mulheres em se preparar para um mercado em constante transformação e de superar as barreiras socioeconômicas que ainda enfrentam. O levantamento do CETT-UFG aponta que 93,7% das estudantes consideram que o curso pode ajudar a conseguir um emprego ou se qualificar melhor para a atual ocupação em que está. 

As políticas públicas com viés educacional implementadas pelo Governo de Goiás desempenham um papel essencial na promoção da empregabilidade de profissionais mais qualificados e na inclusão social, especialmente para as mulheres, que representam 50,9% da população goiana, de acordo com dados do Censo Demográfico de 2022 do IBGE. 

Mais vistas nas salas de aulas, as mulheres, assim, anunciam suas visões em relação às constantes transformações no mundo do trabalho e buscam soluções para si e suas famílias, e a educação profissionalizante é uma aliada eficaz para a promoção ocupacional do público feminino em diversas áreas, da mais simples à tecnologia, tornando-as conectadas às novas economias. 

Nos últimos anos, a oferta da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) cresceu em todo o país, principalmente com o aumento da inserção feminina em todas as regiões brasileiras. A presença de mulheres na EPT em nível Brasil é confirmada por dados do Censo Escolar/2023, nos quais há predominância feminina com 57,9% das matrículas. 
 
Por: Célia Oliveira 
SECOM/ CETT-UFG

Alunos das Escolas do Futuro gostam dos cursos escolhidos

Eles também acreditam que os conhecimentos adquiridos os levarão ao mercado de trabalho 

O índice de estudantes que se matriculam nas Escolas do Futuro de Goiás por gostar da área do curso é de 57,1%.  É o que indica levantamento realizado pelo Centro de Estudos, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG), com dados de 2023. Isso significa que os discentes têm um motivador especial para realizar a matrícula. Além de gostar do que estudam, associam a escola a um caminho para um amanhã melhor, e sabem que a educação traz oportunidades promissoras de mudanças na vida.

Aprender sobre o que se gosta torna-se um meio para convergir o conhecimento em novas descobertas e transformar a bagagem adquirida, em carreira. Optar por um curso e sentir nele a tomada de um caminho assertivo aumenta sobremaneira o gosto pela educação, pela escola e abre portas para um futuro promissor.

“As Escolas do Futuro elaboram seus currículos, abrem e mantêm seus cursos em conformidade com as necessidades dos setores produtivos de Goiás e de acordo com as tecnologias que são e serão utilizadas nos próximos anos”, pontua a diretora de Desenvolvimento e Avaliação do CETT-UFG, Aletheia Cruz, que completa: “Isso faz com que as escolas tenham uma oferta alinhada ao mercado de trabalho gerando nos estudantes habilidades requisitadas, o que fará deles profissionais bem-sucedidos”.

Quando um sonho se encontra com as habilidades, é possível perceber no jovem um potencial infinito para contribuir com o mundo, e o levantamento do CETT-UFG mostra que eles sabem por onde começar, uma vez que decidir por uma carreira não é tarefa fácil. “Os cursos das escolas são para muitos jovens o despertar para uma educação que tanto pode levá-los ao mercado de trabalho em curto tempo, quanto prepará-los para o prosseguimento dos estudos até uma faculdade”, elucida a diretora.

Além disso, o levantamento mostra que 96,3% dos discentes das Escolas do Futuro acreditam que o curso pode ajudar a conseguir um emprego ou se qualificarem melhor para progredir na ocupação que têm. “O percentual afirma o discurso de que o conhecimento é pontapé de uma carreira progressiva”, ratifica Aletheia Cruz.

Ela destaca que estes jovens já têm clareza do que desejam, do que lhes interessam, dos caminhos que querem trilhar no tecido profissional, e do que sonham para o amanhã. “Fazer o que se gosta e acreditar numa possibilidade melhor de vida gera forças para os desafios sempre presentes na vida profissional”, arremata a diretora. 

Por: Célia Oliveira  
SECOM/CETT-UFG

Subcategorias