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Trabalhos de professores obtêm destaques em premiação

Dois projetos, um do Colégio Tecnológico outro da Escola do Futuro, ganharam o Prêmio Educador Transformador, um dos maiores eventos de educação e tecnologia da América Latina 

Os trabalhos desenvolvidos por dois professores da rede pública de ensino voltado para a Educação Profissional e Tecnológica (EPT), pertencente ao governo de Goiás e gerida pelo Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT), foram reconhecidos com o primeiro e terceiros lugares no Prêmio Educador Transformador, concedido pelo Instituto Significare, Bett Brasil e Sebrae.  

Os docentes atuam na Escola do Futuro e no Colégio Tecnológico, ambos do Estado de Goiás, em projetos que utilizam a tecnologia para incentivar a aprendizagem de jovens e adultos.

O docente Bruno Rogério Ferreira, do Colégio Tecnológico Jerônimo Carlos Prado, em Goiatuba, conquistou o 1º lugar na categoria Educação Profissional, e vai concorrer à etapa nacional do prêmio. Ele apresentou o projeto Adotando um Micro-organismo: uma interação com a tecnologia, que consiste em um método de ensino ativo, aplicado no curso técnico de Enfermagem.

Ele conta que o objetivo foi propor a metodologia baseada em projetos de ensino de microbiologia, tornando-o mais dinâmico e interativo. “O projeto foi desenvolvido em três etapas: a primeira, foi a divisão das duplas e adoção do micro-organismo. Na segunda, os estudantes ficaram responsáveis pela pesquisa do seu tema e desafios proposto pelo professor. Na terceira etapa, os estudantes gravaram vídeos sobre seus respectivos micro-organismos adotados e postaram nas suas redes sociais”, detalha o professor.

Bruno foi agraciado com uma viagem, com todas as despesas pagas, para a Bett Brasil 2024, um evento focado em Ensino Superior e Profissional, que será realizado na Expo Center Norte, em São Paulo, nos dias 23 a 26 de abril. 

Já o professor da Escola do Futuro Luiz Rassi, Murillo Folha de Jesus, especialista em Inovação em Mídias Interativas, atuante nos eixos de Tecnologia da Informação e de Comunicação da escola, em Aparecida de Goiânia, ocupou a 3ª colocação do Prêmio Educador Transformador, na categoria Educação Profissional da etapa estadual. “Sinto-me agraciado e serei embaixador dos educadores transformadores de Goiás”, ressalta Murillo.

Concorrendo com professores de diferentes regiões do Brasil, Murillo Folha conta que o projeto Jogos Eletrônicos como Ferramenta de Conscientização e Inclusão: Explorando o Potencial dos Games na Educação nasceu de um grupo de pesquisa e inovação da escola com o propósito de discutir, conscientizar e incluir pessoas com transtorno do espectro autista. “Além das atividades voltadas para a criação de jogos, a escola já realizou diversos eventos, torneios de e-Sports, extensões e grupos de pesquisa envolvendo a comunidade e os alunos”.

Em sua segunda edição, o Prêmio Educador Transformador é realizado em todo o país, e destaca projetos educacionais que levam ao desenvolvimento de competências, habilidades e/ou atitudes empreendedoras que possibilitem transformar o conhecimento e a experiência em resultados para o indivíduo e para a coletividade.

Grupos de Pesquisas das Escolas do Futuro levam Goiás para o mundo

Coordenador do grupo Lab Cultura apresenta resultados de pesquisa na Argentina 

O professor e coordenador do Grupo de Pesquisa em Inovação (GPI) Lab Cultura, da Escola do Futuro de Goiás (EFG) Luiz Rassi, Pablo Lopes participou de 11 a 15/03, do VII Congresso de Antropologia da América Latina, realizado de 11 a 15/03, em Rosário, na Argentina.

No simpósio temático “Antropologias das Políticas Culturais da América Latina”, o professor representou Goiás expondo o trabalho intitulado Puntos de Cultura em Goiás: La Invención de la Política Cultural. A investigação sobre a invenção e o surgimento das Redes de Pontos de Cultura tem como objetivo sistematizar a implementação no Estado de Goiás, a partir dos arquivos disponíveis em sistemas públicos de tramitação de processos. 

Para o professor e pesquisador, participar do congresso “é oportunidade de mais uma vez expor o modelo de pedagogia inovadora que as Escolas do Futuro têm para o mundo”. Pablo Lopes explica que a participação na conferência internacional amplia as possibilidades e estabelece redes e conexões com outros países. “É a escola sendo divulgada neste contexto. Eles ficaram encantados com a forma como a escola é organizada e gerida pelo Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG). Os espaços de coworking, os entendimentos sobre economia do futuro e a formação para esses vínculos da inovação, da economia criativa e dos saberes”, completa.

De acordo com Lopes, as escolas, ao mobilizar seus docentes para que também atuem como investigadores por meio dos grupos de pesquisa, demonstram compromisso com o futuro e com a produção de conhecimento. “Nesse sentido, o modelo de Economia do Conhecimento atravessa o campo artístico cultural, e a Economia da Cultura movimenta não apenas recursos financeiros, mas, também, tecnologias sociais, trocas em rede e sentidos de pertencimento”.

Sobre o trabalho 

A pesquisa sobre construção histórica das políticas culturais no Brasil guarda influência de um sistema colonial que se baseia em 'levar cultura' para quem não a possui. Essa visão do estado salvador que, em vez de assegurar o direito à criação, está ligada à dinâmica da obrigação, impôs durante muito tempo estéticas diferentes das práticas culturais comunitárias.

As primeiras experiências de um programa cultural que tem no comunitário e no ancestral a origem da autoexpressão, os Pontos de Cultura não apareceram como um dispositivo do estado nacional, mas como selos de práticas culturais comunitárias que já existiam.

Assim, a Cultura Viva Comunitária torna-se uma categoria fundamental para o pensamento fronteiriço e o estabelecimento do conceito de Ponto de Cultura na relação entre estado e comunidade. A estrutura colonial é reelaborada, em vez de 'levar' cultura, surge 'criar' cultura. Parece propor a legitimação de estéticas e políticas diferentes das do projeto europeu.

Dessa forma, a pesquisa investiga os Pontos de Cultura do Estado de Goiás como ações fundamentais para a garantia dos direitos culturais as pessoas que vivem em comunidades e distantes dos centros. Por Pontos de Cultura entende-se como grupos, coletivos e entidades de natureza ou finalidade cultural que desenvolvem e articulam atividades culturais em suas comunidades, reconhecidos, certificados ou fomentados pelo Ministério da Cultura por meio dos instrumentos da Política Nacional de Cultura Viva.

Workshop sobre soft skills reúne corpo gestor das Escolas do Futuro

Iniciativa quer desenvolver habilidades mais humanizadas para a direção das escolas

A Fundação de Apoio à Pesquisa (Funape), e o Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG) reuniram, nos dias 14 e 15/03, as equipes de gestão das Escolas do Futuro do Estado de Goiás, no I Workshop em Soft Skills. O evento contou com a participação da diretora executiva da Funape, Sandramara Matias Chaves, a superintendente da fundação, Kamila Rabelo, e a diretora de Desenvolvimento e Avaliação do CETT-UFG, Alethéia Cruz.

Uma programação especial e centrada na importância do conceito soft skills, bem como na sua aplicação e vivência foi desenvolvida pela servidora da Universidade Federal de Goiás (UFG) Rogéria Francisca, advogada e mestranda no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Direitos Humanos da Universidade Federal de Goiás, com ampla experiência no assunto e em temas correlatos à humanização no trabalho.

A iniciativa integra o programa de capacitação continuada e práticas de intervenção nas escolas, que tem por objetivo desenvolver habilidades e competências comunicacionais, conhecer, prevenir e identificar situações de violência, assédio moral, assédio sexual, bullying e outras discriminações no contexto escolar. Sandramara e Kamila fizeram observações a respeito da importância de uma gestão pautada na humanização, reconhecimento e atenciosa no que se refere aos relacionamentos interpessoais.

O conceito do soft skill se relaciona com a capacidade de lidar com pessoas, gerenciar as emoções e ter a capacidade de bom relacionamento, agindo com inteligência emocional. As habilidades emocionais, comportamentais e sociais contidas no conceito soft skill interferem na qualidade e no desempenho do trabalho prestado. No ambiente escolar, marcado por grandes desafios, a prática ajuda a desenvolver soluções, motivando o corpo docente na promoção de uma cultura de paz, voltada à dignidade da pessoa humana e à justiça participativa.

Cursos técnicos impulsionam educação

A formação aumenta chances de carreira e abre possibilidades de reconhecimento público e científico de estudantes  

Ocupando lugar de destaque na lista de modalidades de formação educacional e profissional, o ensino técnico já se consolidou como uma opção atrativa aos jovens que buscam construir uma carreira consistente e promissora. Com eles, milhares de estudantes brasileiros têm alcançado condições socioeconômicas diferenciadas, quando se fala no valor, importância e resultados advindos desta formação escolar.

Flávia Roberta Ignácio de Paula é um exemplo. Ela se formou em 2023 no curso técnico de Marketing e Mídias Sociais e, de imediato, deixou de atuar como vendedora, passando a promotora de eventos e analista de SEO em sites, além de desempenhar a função de Social Media.

No caso de Flávia Roberta, o curso técnico da Escola do Futuro Luiz Rassi, em Aparecida de Goiânia/GO, foi um divisor de águas, rendendo a ela uma formação específica e rápida, uma opção positiva a quem busca capacitação e maturidade profissional. “Aprendi estratégias inovadoras que transformaram minha abordagem profissional. Aprendi como criar campanhas impactantes e envolventes, o que impulsionou o alcance e interação nas redes que administro”, reconhece.

De acordo com ela, o curso ainda propiciou aumento de sua autoconfiança e maior assertividade nos processos que executa no ambiente digital. “Conquistei resultados surpreendentes, e, sem dúvida, o curso agregou um valor inestimável para minha carreira”, diz, entusiasmada com a nova fase profissional.

Com a chegada de novas ocupações ou condições de trabalho, sobretudo após a digitalização, a educação profissional é uma etapa da formação do jovem, por isso a necessidade de facilitar e incentivar o acesso a cursos técnicos e atividades promotoras de habilidades e inteligências. “Mesmo saindo apto a trabalhar ou empreender depois da formação técnica, o discente pode continuar estudando em níveis superiores, pesquisando e aprimorando experiências”, comenta o professor Jafter Raphael de Brito, orientador de Flávia Roberta Ignácio, na Escola do Futuro Luiz Rassi.

O êxito de Flávia com a formação técnica, não apenas a posicionou assertivamente no mercado, mas rendeu-lhe um convite para publicar o Trabalho de Conclusão de Curso - "SEO revelando métodos e estratégias para dominar as ferramentas de busca online" - na revista científica Foco/Qualis B2.

O professor lembra que os cursos técnicos oferecem uma formação prática e específica, preparando os alunos para as necessidades reais do mercado de trabalho. “Através de um currículo focado em habilidades técnicas e comportamentais, os estudantes desenvolvem as competências necessárias para atuar de forma eficiente e competitiva em suas áreas de interesse”, enfatiza Jafter de Brito.

Seja por meio da formação técnica ou não, o certo é que o jovem deve sair preparado para a vida e para iniciar uma atividade laboral, “e a escola é o lugar para tal objetivo e direito do cidadão”, ressalta o professor.

Em 2023, as Escolas do Futuro do Estado de Goiás, administradas pelo Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG), ofereceram 31 cursos técnicos, compondo 56 turmas de estudantes.

CETT-UFG: uma gestão de qualidade e de resultados em ascensão

O panorama da gestão 2022/2023 mostra crescimento geral das atividades e do perfil das Escolas do Futuro e dos Colégios Tecnológicos do Estado de Goiás 

Com dois anos de uma atuação permeada pelo fazer pedagógico focado na oferta da Educação Profissional e Tecnológica (EPT), e na gestão da rede de ensino público formada pelas Escolas do Futuro e pelo Colégios Tecnológicos do Estado de Goiás, o Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG) apresenta, desde sua concepção em dezembro de 2021, resultados administrativos promissores.

Sintonizado com os pilares inerentes ao ensino, à pesquisa e à atividade prática, o CETT-UFG segue à risca a missão assumida de operacionalizar a rede de ensino. Todo o trabalho tem um só objetivo:  transformar vidas por meio da educação profissionalizante, estimulando as pessoas a conquistarem novos espaços.

Os números apresentados pela administração 2022/2023 consistem em um importante instrumento de gestão e prestação de contas, que têm por objetivo entregar à sociedade e aos órgãos de controle informações acerca das metas e objetivos alcançados.

Dos atuais 238 professores das Escolas do Futuro do Estado de Goiás (EFGs), 85% deles têm nível superior, quadro que eleva a qualidade do ensino teórico e prático das seis instituições situadas na capital e interior. A cada ano, é crescente o número de educandos. Em 2022 eles eram 8.482, já em 2023 somavam 10.459, significando aumento de 23,30% neste universo. Igualmente, as matrículas registraram crescimento percentual de 19,73%, quando passaram de 13.124 para 15.714, no mesmo período da gestão.

Com a finalidade de preparar o cidadão para o exercício de profissões tecnológicas, as Escolas do Futuro ofertam capacitação, qualificação profissional e cursos técnicos de nível médio. A rede das escolas teve incremento de 17,12% na abertura de cursos, passando de 508 em 2022 para 598 em 2023. Igualmente, houve ampliação no número de turmas atendidas pelas escolas. Enquanto 596 grupos foram fechados em 2022, no ano sequente foram 681 novas turmas, um acréscimo de 14,26%.

Contando com uma infraestrutura moderna e capaz de formar pessoas para as atuais demandas de mercado, as escolas ainda contam com os Serviços Tecnológicos e Ambientes de Inovação (STAIs), onde são desenvolvidas atividades de pesquisa aplicada, pré-incubação, acesso à inovação e oportunidades de empreendedorismo.  Na gestão 2022/2023, o CETT-UFG registrou desdobramento de mais de 200% nas atividades dos STAIs.

Com o firme propósito de contribuir com a melhoria de vida social, por meio da educação, disseminando conhecimento e oportunidades, o CETT-UFG promoveu 74 eventos no seio social, no período em questão. 

Também sob gestão do CETT-UFG, os Colégios Tecnológicos do Estado de Goiás (Cotecs) estão vocacionados à promoção da educação profissional nas modalidades de ensino, pesquisa e extensão, visando à mobilização social para a retomada do emprego, do empreendedorismo, da escolaridade e de investimentos que reorganizem o desenvolvimento socioeconômico e humano.

São 17 unidades sediadas em 16 municípios do estado, contando com 434 professores, e, dentre estes, 81% detêm nível superior. No mesmo tempo da gestão, os colégios registraram 33,23% a mais de matrículas: 56.392 no ano de 2022, enquanto em 2023 foram 75.132. O percentual de alunos cresceu 13,86% no comparativo do período, sendo 38.162 (2022) e 43.451 (2023).

Houve também um acréscimo de 27,63% no número de turmas, quando passou de 1.976 para 2.522, no mesmo intervalo de ano.  Em relação à oferta de cursos dos colégios, o incremento bateu em 26,81% (de 1.686 para 2.138).

As ações de extensão dos Cotecs configuram-se numa articulação entre os colégios e a sociedade onde estão localizados ou com as cidades circunvizinhas, por meio de diversas ações educativas e de divulgação/promoção do portfólio de cursos oferecidos. Estas ações estendem o colégio para além de suas sedes e salas de aula, interagindo com a comunidade. Neste âmbito, a gestão 2022/2023 apurou elevação de 47% de ações realizadas. De 218 saltou para 321 iniciativas. Os eventos voltados para as finalidades dos colégios totalizaram 109 atividades, com 16.038 inscrições, cobrindo 59 cidades. 

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