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Seleção de monitores voluntários

O Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG) publica edital para seleção de monitores voluntários para o 1º Congresso de Educação Profissional e Tecnológica (EPT), que será realizado em Goiânia, de 08 a 10 de novembro próximo, no Centro de Cultura e Eventos Prof. Ricardo Freua Bufáiçal, Campus Samambaia/UFG.

A seleção destina-se a estudantes dos cursos tecnológicos, graduação e pós-graduação de instituições de ensino.

O evento está dividido nos seguintes turnos: das 9h às 13h (período matutino), das 13h às 17h (período vespertino) e das 17h às 21h.

Os interessados podem efetuar as inscrições até o dia 05 de novembro. O resultado será publicado dia 06/11. Os selecionados passarão por orientação e treinamento no dia 07 de novembro.

Todas as condições e requisitos estão expressos no edital que pode ser acessado clicando aqui.

Formulário de inscrição

CETT-UFG entrega obras de reformas das Escolas do Futuro e Colégios Tecnológicos

A modernização dos espaços inclui recursos de acessibilidade e reorganização dos laboratórios 

Em 2023, o Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG) já entregou quatro obras de reforma em unidades das Escolas do Futuro e dos Colégios Tecnológicos no Estado de Goiás. O projeto faz parte dos objetivos de gestão por parte do centro, que responde pela administração da rede de ensino focada na Educação Profissional e Tecnológica (EPT). 

Os investimentos na infraestrutura física das instituições de ensino levaram à modernização, inovação e adaptações diversas de laboratórios, equipamentos e instrumental para a oferta de cursos de capacitação, qualificação profissional e técnica, gratuitamente. 

“O objetivo é melhorar a capacidade física e estrutural para atender aos estudantes de forma mais condizente com os propósitos pedagógicos, e confortável”, destaca o diretor do centro, Moisés Cunha. 

Neste ano, já foram entregues as unidades dos Colégios Tecnológicos (COTECs) nos municípios de Caiapônia e Jaraguá. Com um investimento estimado em mais de R$ 1 mi, a obra do colégio Ruth Vilaça Correia Leite Cardoso, em Caiapônia, recebeu melhorias como a troca e reparo dos telhados, construção de rampas de acessibilidade, troca total de luminárias, revitalização do jardim, pintura externa e interna, e reformas das salas de aula e laboratórios.

Já na cidade de Jaraguá, onde está o Cotec Irtes Alves de Castro Ribeiro, as mudanças incluíram a compra de novos móveis e equipamentos, pintura e instalação de adesivos, adaptação do sistema elétrico e outras adequações. Tudo visando a criação de ambientes de ensino receptivos e preparados, que garantam educação gratuita e de qualidade para a população. Os estudantes da unidade desenvolvem conhecimentos nos laboratórios de prática de cozinha, corte e costura, modelagem do vestuário, costura industrial, beleza, design de unhas, estética corporal e facial, informática e elétrica e mecânica.

Além das obras já entregues, estão previstas para serem finalizadas ainda este ano as revitalizações das unidades de Goiânia, Porangatu e Catalão.

No que se refere às Escolas do Futuro, o centro entregou as unidades situadas em Mineiros (EFG Raul Brandão de Castro) e em Valparaíso (EFG Paulo Renato de Souza).

Os complexos das escolas e dos colégios são destinados a impulsionar a educação profissionalizante, gerando soluções para a formação da população jovem e adulta.

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Congresso organizado pelo CETT-UFG discutirá a Educação Profissional e Tecnológica

Evento vai divulgar e ampliar conhecimento público sobre essa modalidade educacional transformadora de vidas e geradora de oportunidades de trabalho. Além disso, vai premiar iniciativas estudantis para a área

Sob a temática “Educação Profissional e Tecnológica como caminho para a inovação social e transformação social”, o Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG) reunirá, de 08 a 10 de novembro, em Goiânia, docentes, estudantes e empresários em discussões, estudos e análises sobre políticas voltadas à Educação Profissional e Tecnológica (EPT) e seus avanços no Estado de Goiás. As inscrições para participar do evento seguem abertas até 1º de novembro no site efg.org.br.

Está prevista também a construção de uma agenda sobre a EPT, envolvendo conhecimentos e experiências entre os atores do ecossistema da educação profissional (professores, pesquisadores, instituições públicas e privadas ofertantes da EPT, estudantes etc), a fim de fortalecer essa modalidade educacional e outras políticas, como as relacionadas à geração de emprego e renda, cobertura educacional à população de maior vulnerabilidade social, desenvolvimento regional e mobilidade social.

No decorrer do congresso serão debatidos, entre outros temas, questões como os desafios e oportunidades na EPT, educação e mercado de trabalho, profissões do futuro, principais avanços tecnológicos e suas aplicações, tendências em inteligência artificial aplicada à educação, diversidade e inclusão no contexto da EPT, e empregabilidade.

O 1º Congresso de Educação Profissional e Tecnológica do Estado de Goiás é uma oportunidade especialmente relevante para se analisar a legislação em vigor aprovada, neste segundo semestre, pelo governo federal. A Lei nº 14.645/2023, determina a criação de uma Política Nacional e Educação Profissional e Tecnológica, em colaboração com os estados e o Distrito Federal, alinhada, também, como o Plano Nacional de Educação (PNE).

De acordo com o diretor do CETT-UFG, Moisés Cunha, a lei é um salto para essa modalidade de ensino e um marco para a juventude, que poderá contar com a expansão qualificada desse ensino, que tem contribuído para a ampliação das perspectivas de formação profissional e de inserção mais digna para a juventude no mercado de trabalho, além de responder de maneira inteligente aos gargalos da falta de mão de obra especializada.  “A validação da lei é um avanço de peso para o fortalecimento e expansão dessa modalidade de ensino transformadora de vidas", ratifica Cunha.

Na programação constam palestras, mesas-redondas, hackatons, vagas de empregos, consultorias, cursos gratuitos e apresentação de trabalhos. Mais de 100 artigos foram submetidos para o congresso. No Hackathon (maratona de programação que discute novas ideias e desenvolve projetos de software ou hardware), iniciativas de soluções tecnológicas de estudantes serão premiadas pela criatividade. 

SERVIÇO  

1º Congresso de Educação Profissional e Tecnológica do Estado de Goiás 

Inscrições (gratuitas): até 01/11 no link efg.org.br
Data: 08, 09 e 10 de novembro/2023 (de quarta a sexta-feira)
Local:  Centro de Cultura e Eventos Prof. Ricardo Freua Bufáiçal, Campus Samambaia/UFG
Realização: CETT-UFG
Parceiros: Funape, Escola do Futuro, Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Secti), Assespro, Gyntec, Senac e Senai

Grupos de robótica das Escolas do Futuro projetam o Estado em campeonatos e torneios locais, nacionais e da América Latina

As equipes são exemplos da qualidade da educação profissional e tecnológica administrada pelo CETT-UFG. Os grupos colecionam premiações, e neste mês, o Under Pressure apresenta artigo científico aprovado na MNR, na Bahia. Já o Rassilianos vai para a etapa nacional do Fira, no Ceará, em novembro 

 Parte integrante da oferta da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) em Goiás, as Escolas do Futuro, geridas pelo Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG), sob convênio com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e Funape, têm preparado o cidadão, sobretudo os jovens, para o exercício de profissões tecnológicas, por meio de uma educação que abre caminhos inovadores, estimula habilidades e leva a realizações e sucesso, fazendo dos estudantes agentes de mudanças no mercado de trabalho atual e vindouro. 

Dentre as várias área de atuação das Escolas do Futuro, a robótica tem obtido grande destaque, tanto pela qualidade do ensino, quanto pela visibilidade que os grupos de estudantes do Estado têm alcançado nas competições que participam. Ligados às Escolas do Futuro de Goiânia e Aparecida de Goiânia, os grupos Under Pressure e Rassilianos têm se destacado e contribuído para difundir o ensino da robótica, bem como vêm se tornando instrumento de atração de outros estudantes para as carreiras relacionadas à tecnologia.

Com 14 integrantes ativos, o grupo de Robótica Under Pressure, foi criado em 2022, com intuito de ampliar e descobrir novos mundos dentro da robótica, aprofundando conhecimentos voltados para as indústrias 4.0 e 5.0, através da metodologia STEAM, que combina Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática. 

Grupos de robótica das Escolas do Futuro02

O grupo nasceu com o desafio de construir um robô e participar do torneio FIRST Robotics Competition (FRC). Para cumprir a prova, os membros se dividiram em cinco áreas de estudos e deram vida ao “Sucatinho”, robô oriundo da utilização de materiais recicláveis e sucata. Com ele, o grupo garantiu presença no primeiro campeonato, no Rio de Janeiro, daquele ano. De lá até hoje, o Under Pressure não parou mais. Já são quatro participações em campeonatos nacionais com evoluções nas máquinas desenvolvidas. Do “ Sucatinho”, vieram o robô de combate “MiniBronx” para o  lron Cup, em Minas Gerais, e o “Thunder”, o maior projeto do grupo, para o campeonato regional da FIRST, em Brasília, e do Off-Season da FIRST, no Rio de Janeiro, neste ano.

Como a inovação e os upgrades acompanham a robótica, o Thunder é sempre melhorado, e a metodologia de sua construção foi convertida em um artigo científico aprovado para a Mostra Nacional de Robótica (MNR) que acontece de 07 a 12 de outubro, na Bahia. O artigo “Thunder Robô de Competição FIRST”, foi orientado pelo professor Jefferson Lorençoni de Morais, e aprovado pela comissão do evento, na categoria Artigo Superior/Multimídia. 

O artigo aprovado para a MNR expõe os materiais e métodos empregados na construção do Thunder, que visa um aprimoramento contínuo, por meio de testes, simulações, refinamento para que o robô seja altamente competitivo para os campeonatos nacionais. Para o integrante do Under Pressure, Welpister Douglas Farias, desenvolver o artigo e participar do maior evento de robótica da América Latina é uma imensa satisfação.  “Todos os integrantes do grupo estão ansiosos para chegar na MNR e mostrar o trabalho, pois, o artigo fala exatamente sobre como foi construído nosso maior projeto robótico até o momento, que é o “Thunder””.

Outro grupo que vêm se destacando são os Rassilianos, formado majoritariamente por meninas, em 2022, na Escola do Futuro Luiz Rassi, em Aparecida de Goiânia. Com pouco mais de um ano de criações, estudos e pesquisas, o grupo participou de três campeonatos, o Iron Cup, o 1º Campeonato de Robótica da Escola (1º lugar na categoria Sumô) e o Fira Brasil Etapa Goiás (3° lugar na categoria Cliff Hanger).

Com a recente premiação, o grupo se organiza para a etapa nacional do Fira Brasil, marcada para o período de 23 a 25 de novembro, em Juazeiro do Norte, Ceará. O evento classifica anualmente mais de 30 equipes para o Fira Robo World Cup (Copa do Mundo de Robótica). “Estamos planejando e estudando mais sobre a categoria Cliff Hanger e temos indicadores que tudo dará certo”, vislumbra a vice coordenadora do Rassilianos, Danielly Khalil.

Grupos de robótica das Escolas do Futuro03

A jovem realizou no grupo o sonho de integrar uma equipe de robótica e, “além de contar com uma excelente infraestrutura na escola, a experiência me trouxe oportunidades incríveis, como ser palestrante da Campus Party e participar de campeonatos”. 

Marcos Dias, gerente de Projetos do CETT-UFG, diz que esta iniciativa é prova de que o centro, por meio das Escolas do Futuro, vem revolucionando o ensino profissional e tecnológico no estado. “Os times de robótica vêm posicionando Goiás nos principais rankings regionais, nacionais e internacionais na área de tecnologia”, aponta Dias, ao acrescentar que “por meio dos grupos, uma parcela da população goiana segue com afinco na formação tecnológica, mostrando como a educação profissional em tecnologia se configura em referência para a inserção do jovem no setor.

Para além das competições e premiações recebidas, os dois grupos, ligados ao ensino público estadual, foram homenageados pela Assembleia Legislativa em reconhecimento à participação em torneios nacionais de robótica, e por contribuírem para a disseminação da área que ao reunir três elementos - mecânica, eletrônica e programação, inspira, profissionaliza e estimula o jovem a buscar soluções de problemas, trabalhar em ambientes competitivos e a lidar com desafios, características muito almejadas pelo mercado de trabalho atual.

Mais um passo para o avanço da EPT

Lei que cria a Política Nacional de Educação Profissional e Tecnológica (EPT) reconhece o potencial desta modalidade de ensino e representa um novo marco para a juventude brasileira 

Foi sancionada pelo governo federal e publicada oficialmente em agosto último, a Lei nº 14.645/2023, que determina a criação de uma Política Nacional de Educação Profissional e Tecnológica (EPT), em colaboração com os estados e o Distrito Federal, alinhada, também, com o Plano Nacional de Educação (PNE).  

Tendo como objetivo  ampliar o acesso e a qualidade da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) no Brasil, a lei é um salto para esta modalidade de ensino e um marco para a juventude, que poderá contar com a expansão qualificada deste ensino, a qual na visão de muitos empresários e da sociedade, amplia as perspectivas de formação profissional e de inserção mais digna para a juventude no mercado de trabalho, além de responder de maneira inteligente aos gargalos da falta de mão de obra especializada. 

A lei tem entre seus benefícios reconhecer a EPT e seu potencial para o desenvolvimento sustentável e para a redução das desigualdades no país.

Entre as ações previstas espera-se que a lei:

  • preveja atividades e diretrizes para expandir a oferta de EPT;
  • fomente estudos e projetos que estimulem a oferta do ensino conectado ao mundo do trabalho;
  • conte com participação do setor produtivo na formação e empregabilidade dos jovens egressos do ensino técnico;
  • articule atuação conjunta de instituições formadoras, o setor produtivo e o Poder Público;
  • promova a integração curricular entre cursos e programas para viabilizar itinerários formativos contínuos;
  • articulação com os sistemas de ensino no estabelecimento de um processo nacional de avaliação da EPT, a fim de garantir a qualidade da oferta.

Além disso, a nova lei permite o aproveitamento da educação profissional e tecnológica como carga horária da aprendizagem profissional e da parte prática da jornada do aprendiz como carga horária da EPT e do ensino médio, valorizando a aprendizagem adquirida com atuação prática.

Outro avanço é o apontamento de um caminho para maior integração entre a educação profissional técnica de nível médio e o ensino superior, estabelecendo que as instituições de ensino superior devem publicar critérios para aproveitamento dos saberes e aprendizagens adquiridas na educação básica.

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