Quem somos

saiba mais sobre o CETT-UFG


Onde atuamos

conheça nossas atuações


Como atuamos

nosso meio para transformar vidas


Notícias

esteja por dentro


Institucional

nossa marca, nosso time


Equipe de Avaliação Institucional do CETT-UFG tem artigo científico aprovado no Encontro da ABET

O evento será em Brasília, de 05 a 09 de setembro, e se configura como espaço de reflexão qualificada sobre os desafios e possibilidade de resgate do trabalho decente no Brasil

Os integrantes da Coordenação de Avaliação Externa e Institucional do Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG), os professores doutores Sandro Eduardo Monsueto e Júlio Orestes da Silva e, a colaboradora Maria Carolina Gomes Peixoto tiveram artigo científico aprovado para o XVIII Encontro Nacional da Associação Brasileira de Estudos do Trabalho - ABET. Trata-se de um evento anual que acontecerá no Distrito Federal, entre os dias 05 e 09 de setembro/23, na Universidade de Brasília (UnB).

Intitulado “Perfil do Mercado de Trabalho para Cursos de Qualificação Profissional Em Goiás”, o artigo analisou o mercado de trabalho potencial para os cursos gratuitos ofertados pela rede dos Colégios Tecnológicos do Estado de Goiás (Cotec), geridos pelo CETT-UFG. O estudo partiu de análises e comparações do saldo de emprego e da dinâmica dos salários de contratação, baseados nos dados do Caged/2022 e nos registros dos Cotecs, comparando as ocupações relacionadas com as qualificações oferecidas pelos colégios.  Os resultados contidos no artigo mostram que os cursos oferecidos à população, sobretudo a de maior vulnerabilidade, estão alinhados com as demandas do mercado de trabalho regional, o que pode significar uma boa chance de inserção para os futuros egressos dos cursos.  “Encontramos saldos positivos no emprego e salários de contratação mais elevados; contudo, foi observada a presença de diferenças salariais entre gêneros, observa o professor Júlio da Silva.

O artigo da equipe do CETT-UFG foi aprovado pela organização da ABET, dentro do GT 03: Trabalho, Desigualdade e Pobreza. "É de suma importância para a nossa equipe ter a oportunidade de fazer uso dos dados com o propósito de realizar pesquisas e análises. Isso nos permite gerar e testar hipóteses, além de disponibilizar informações relevantes tanto para o Centro de Trabalho, Educação e Tecnologia (CETT), quanto para às escolas e parceiros”, pontua a colaboradora do centro, Maria Carolina G. Peixoto

A temática do GT 03 busca discutir e apoiar intervenções e trabalho que explorem as relações entre a dinâmica do mercado de trabalho e renda e suas interconexões com políticas sociais, inovações tecnológicas, a Reforma Trabalhista e seus efeitos sobre a estrutura das desigualdades sociais e a produção da pobreza.

Com o tema  geral - ‘Futuros do Trabalho: Reconstruindo caminhos para a proteção social no Brasil’ -, o evento se configura como espaço de reflexão qualificada sobre os desafios e possibilidade de resgate do trabalho decente no Brasil, após as recentes e as constantes modificações no cenário político brasileiro que impactaram as perspectivas de trabalho, acesso à Justiça do Trabalho, dentre outras situações, como os efeitos da pandemia da Covid-19 que impôs mudanças dramáticas no mundo do trabalho, aumentando o desemprego, a informalidade e a precarização das condições de ocupação profissional.

CETT-UFG é beneficiado com emenda impositiva e recebe visita do vereador Henrique Alves

A diretoria do Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG) recebeu a visita do vereador por Goiânia, Henrique Alves, que na oportunidade conheceu a aplicação dos recursos financeiros destinados ao Centro, por meio de emenda parlamentar, popularmente chamada de emenda impositiva.

O recurso da emenda, assinada no ano passado, foi destinado para custeio de insumos materiais e tecnológicos empregados nas atividades de educação e operacionais mantidas pelo Centro, instituição gestora de duas redes de educação profissional e tecnológica no Estado – as Escolas do Futuro e os Colégios Tecnológicos.

 “Conheço a importância do CETT para a juventude goiana, na oferta de cursos de capacitação e qualificação totalmente gratuitos, impactando diretamente na  qualidade de vida dos jovens e suas famílias. Podem contar sempre com meu empenho e disposição”, pontuou o vereador.

Em suas palavras, Henrique Alves, parabenizou o Centro pelos resultados da gestão administrativa e educacional, apresentados pelo diretor Geral, Moisés Cunha, que ao final da exposição agradeceu ao parlamentar pelo nobre apoio, e homenageou o vereador com uma placa de agradecimento.

Alves, completou, “essa parceria com uma instituição que trabalha em prol de nossos jovens é gratificante, pois eu sei da carência educacional de muitas regiões goianas, e eu, como parte do Legislativo tenho o dever de ajudar”, reforçou.

Participaram da reunião o diretor Geral do CETT-UFG, Moisés Cunha; o diretor Administrativo-Financeiro, Jonathan Clímaco; e as diretoras de Ensino, Daiana Pimenta; de Artes e Culturas, Flávia Cruvinel; e de Desenvolvimento e Avaliação, Aletheia Cruz.

Diversidade, um tema social e educativo

Um amplo conjunto de características físicas, crenças, opiniões, comportamentos e valores integram a sociedade humana, e fazem com que o homem se autoperceba e perceba o outro diferente. Essa multiplicidade de modos de existir, pensar, relacionar, agir e de fazer nosso mundo, recebe o nome de diversidade.

Mesmo sendo algo peculiar ao ser humano, a diversidade é incompreendida e desrespeitada no seio social. Intolerância e preconceito ainda existem e se constituem em problemas em diversas instâncias sociais e esferas, e a educação é uma delas.

"A diversidade precisa ser vivida para nos levar a reflexões transformadoras de pensamentos”, declara a psicóloga Anita Luzine. Ao ministrar um treinamento, acerca da Educação Intercultural e Valorização da Diversidade, para os profissionais da rede de escolas públicas geridas pelo Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG), ela explicou que há muitas coisas que diferem o homem, e muitas outras que os unem.

No âmbito da educação, um dos principais meios para formar cidadãos, reside o sustento para a luta contra os preconceitos e no respeito à diversidade. Na vida escolar, o estudante adquire e passa a ter mais respeito às variedades de gênero, cor, etnia, religião e comportamento. “Quando falamos em diversidade, estamos nos referindo às diferentes formas de existir no mundo, e isso é natural, e precisa ser visto, considerado assim como é”, salienta Anita Luzine, completando que o Brasil traz essa diversidade desde os primórdios de sua história. "Temos o branco, o negro, o índio, o rico, o pobre, o baixo, o alto, o imigrante; e assim por diante”.

De acordo com a psicóloga e instrutora, a diversidade tem relação com a ideia de cultura, pois, cada cultura tem suas características inerentes, e mais uma vez elas coexistem na sociedade brasileira, e a escola tem importante papel de formar indivíduos conscientes dessas diferenças. “Precisamos trabalhar nossa escuta para descobrir o que o outro tem em comum comigo, porque somos capazes de nos unir mais, do que nos distanciar”.

Falar sobre diversidade na escola se faz importante, devido ser este o ambiente onde se aprende sobre valores e convívio em sociedade, espaço de construção de visão de mundo e dos indivíduos que compõem a sociedade. “Abordar, dialogar e trabalhar com os estudantes sobre o tema, é essencial para que eles aprendam a respeitar as diferenças, preparando sua formação desde o início até a chegada no meio profissional, onde a tolerância, respeito e empatia norteiam as relações”.

De grande importância social, o debate sobre diversidade também é uma temática prevista nas principais diretrizes educacionais nacionais e internacionais da atualidade. O tema é uma das competências gerais da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), do  Plano Nacional de Educação (PNE).  No âmbito internacional, está presente nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

GPI Lab Culturas integra Rede e participa de reunião com Secult

O professor e coordenador do Grupo de Pesquisa e Inovação (GPI) Lab Culturas, Pablo Lopes, participou da reunião entre a Rede de Pontos de Cultura de Goiás e a Secretaria Estadual de Cultura (Secult).

Integrado às Escolas do Futuro, geridas pelo CETT-UFG, o Grupo de Pesquisa e Inovação atua como articulador e promotor da educação voltada ao estímulo cultural entre os estudantes, à iniciação científica, realizando estudos de campo sobre a temática, além de atuar junto a quem produz e trabalha no setor cultural.

Nesse campo, o GPI Lab Culturas integra a Rede, a qual tem 102 Pontos de Cultura distribuídos em dez regiões do estado, que discute o avanço para a institucionalização das políticas públicas culturais e de economia criativa.

Na reunião, a Rede entregou à secretária de Estado da Cultura, Yara Nunes, uma carta reivindicatória de recursos, editais, políticas para eventos, linhas de fomento e incentivo à cultura. “Esse primeiro contato com a Secretária e a Rede dos Pontos de Cultura de Goiás possibilita uma interlocução entre quem faz e produz atividades artístico-culturais em suas comunidades e quem desenha e gerencia as políticas públicas culturais”, diz o professo Pablo Lopes.

De acordo com ele, a iniciativa, se aceita pela Secult, representa mais abertura e atenção à cultura no estado, facilitando e ampliando as atividades em instituições que desenvolvem ações culturais, a exemplo das escolas públicas.

“Nesse sentido, o GPI auxilia a Rede, na elaboração de soluções especializadas, como previsto em seu plano de trabalho, bem como contribui com a construção da pesquisa que visa apresentar um diagnóstico do trabalho organizacional, de sustentabilidade e geração de emprego e renda dos Pontos de Cultura”, acrescenta Lopes, que juntamente com três alunos da Escola do Futuro, Luiz Rassi, desenvolveu a pesquisa Políticas Públicas e Indicadores Culturais: O Perfil dos Trabalhadores da Cultura de Aparecida de Goiânia.

Braços robóticos modernizam laboratórios das escolas geridas pelo CETT-UFG

A aquisição dos equipamentos amplia formação profissional dos alunos provendo experiência completa em robótica 

O emprego da tecnologia no ensino vem, há anos, de modo geral, auxiliando na transformação da educação e despertando o interesse e a curiosidade dos estudantes numa área promissora e de forte tendência para a ocupação de profissionais. Afinal, os diversos equipamentos que representam esta esfera estão presentes na rotina dos cidadãos. 

Um dos eixos da tecnologia, a inclusão da robótica no processo de ensino, permite dar uma experiência real de como as coisas funcionam e de como é possível aglutinar conhecimentos de diversos ramos na criação de soluções para problemas reais. 

Como gestor das Escolas do Futuro do Estado de Goiás (EFGs), o Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG) investiu R$ 1,7 milhão na aquisição de braços robóticos, que auxiliarão nas aulas práticas nos laboratórios das escolas. “Os equipamentos ampliam as possibilidades de aprendizado, de acesso a esses materiais e a conteúdos que as escolas apresentam no sentido de garantir o máximo de oportunidades através do ensino público focado na Educação Profissional e Tecnológica (EPT)”, afirma o gerente de Projetos do CETT-UFG, Marcos Dias.

Segundo ele, a modernização dos laboratórios revela esforços e preocupação em disponibilizar aos alunos, equipamentos cada vez mais arrojados e de alta performance para estimular a participação dos mesmos em competições, multiplicar atividades, incentivar a proximidade com a ciência e com a prática do conteúdo de sala de aula. 

Acompanhar a evolução e levar maior significado à vida futura dos jovens são ações imbuídas no plano pedagógico das escolas, como meio de fazer a diferença no aprendizado, com visão nas tendências das profissões e na formação dos jovens de modo a assegurar maior assertividade, autonomia e habilidades profissionais. “Estar de olho nas transformações tecnológicas gera, às escolas, os recursos ideais para atender à realidade do mundo do trabalho, no qual os jovens já são parte. E Goiás necessita de mão de obra preparada para o amanhã”, assegura Marcos Dias, ao acrescentar que o investimento em novos equipamentos aproxima as escolas dos interesses dos estudantes. 

Braços robóticos modernizam laboratórios das escolas geridas pelo CETT UFG2

Os braços robóticos serão empregados no ensino de programação, matemática, física, eletrônica de forma dinâmica, uma vez que o dispositivo gera maior inspiração e interação de forma educativa e, também, divertida. “Os alunos poderão conhecer as formas de composição do equipamento e as diversas atividades que podem utilizar de um braço robótico”, esclarece o coordenador do Eixo de Informação e Comunicação das EFGs, Gustavo Laureano, ao explicar que as bancadas de robótica e automação das escolas têm o objetivo de propiciar aos alunos o que há de melhor e mais moderno no ensino da robótica. 

Os novos equipamentos foram especificados para prover uma experiência completa em robótica. “As bancadas são equipadas com um braço robótico de base fixa com seis graus de liberdade, uma garra, duas esteiras com controle de velocidade, sensores de presença, sistema de Visão Computacional e portas para interfaceamento com outros sistemas”. 

De acordo com Laureano, os alunos poderão desenvolver o raciocínio, aprender a programação de braços robóticos, integrar sistemas de automação, criar aplicações de Visão Computacional e de simulação de uma pequena linha de produção. 

Subcategorias