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Diversidade, um tema social e educativo

Um amplo conjunto de características físicas, crenças, opiniões, comportamentos e valores integram a sociedade humana, e fazem com que o homem se autoperceba e perceba o outro diferente. Essa multiplicidade de modos de existir, pensar, relacionar, agir e de fazer nosso mundo, recebe o nome de diversidade.

Mesmo sendo algo peculiar ao ser humano, a diversidade é incompreendida e desrespeitada no seio social. Intolerância e preconceito ainda existem e se constituem em problemas em diversas instâncias sociais e esferas, e a educação é uma delas.

"A diversidade precisa ser vivida para nos levar a reflexões transformadoras de pensamentos”, declara a psicóloga Anita Luzine. Ao ministrar um treinamento, acerca da Educação Intercultural e Valorização da Diversidade, para os profissionais da rede de escolas públicas geridas pelo Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG), ela explicou que há muitas coisas que diferem o homem, e muitas outras que os unem.

No âmbito da educação, um dos principais meios para formar cidadãos, reside o sustento para a luta contra os preconceitos e no respeito à diversidade. Na vida escolar, o estudante adquire e passa a ter mais respeito às variedades de gênero, cor, etnia, religião e comportamento. “Quando falamos em diversidade, estamos nos referindo às diferentes formas de existir no mundo, e isso é natural, e precisa ser visto, considerado assim como é”, salienta Anita Luzine, completando que o Brasil traz essa diversidade desde os primórdios de sua história. "Temos o branco, o negro, o índio, o rico, o pobre, o baixo, o alto, o imigrante; e assim por diante”.

De acordo com a psicóloga e instrutora, a diversidade tem relação com a ideia de cultura, pois, cada cultura tem suas características inerentes, e mais uma vez elas coexistem na sociedade brasileira, e a escola tem importante papel de formar indivíduos conscientes dessas diferenças. “Precisamos trabalhar nossa escuta para descobrir o que o outro tem em comum comigo, porque somos capazes de nos unir mais, do que nos distanciar”.

Falar sobre diversidade na escola se faz importante, devido ser este o ambiente onde se aprende sobre valores e convívio em sociedade, espaço de construção de visão de mundo e dos indivíduos que compõem a sociedade. “Abordar, dialogar e trabalhar com os estudantes sobre o tema, é essencial para que eles aprendam a respeitar as diferenças, preparando sua formação desde o início até a chegada no meio profissional, onde a tolerância, respeito e empatia norteiam as relações”.

De grande importância social, o debate sobre diversidade também é uma temática prevista nas principais diretrizes educacionais nacionais e internacionais da atualidade. O tema é uma das competências gerais da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), do  Plano Nacional de Educação (PNE).  No âmbito internacional, está presente nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

GPI Lab Culturas integra Rede e participa de reunião com Secult

O professor e coordenador do Grupo de Pesquisa e Inovação (GPI) Lab Culturas, Pablo Lopes, participou da reunião entre a Rede de Pontos de Cultura de Goiás e a Secretaria Estadual de Cultura (Secult).

Integrado às Escolas do Futuro, geridas pelo CETT-UFG, o Grupo de Pesquisa e Inovação atua como articulador e promotor da educação voltada ao estímulo cultural entre os estudantes, à iniciação científica, realizando estudos de campo sobre a temática, além de atuar junto a quem produz e trabalha no setor cultural.

Nesse campo, o GPI Lab Culturas integra a Rede, a qual tem 102 Pontos de Cultura distribuídos em dez regiões do estado, que discute o avanço para a institucionalização das políticas públicas culturais e de economia criativa.

Na reunião, a Rede entregou à secretária de Estado da Cultura, Yara Nunes, uma carta reivindicatória de recursos, editais, políticas para eventos, linhas de fomento e incentivo à cultura. “Esse primeiro contato com a Secretária e a Rede dos Pontos de Cultura de Goiás possibilita uma interlocução entre quem faz e produz atividades artístico-culturais em suas comunidades e quem desenha e gerencia as políticas públicas culturais”, diz o professo Pablo Lopes.

De acordo com ele, a iniciativa, se aceita pela Secult, representa mais abertura e atenção à cultura no estado, facilitando e ampliando as atividades em instituições que desenvolvem ações culturais, a exemplo das escolas públicas.

“Nesse sentido, o GPI auxilia a Rede, na elaboração de soluções especializadas, como previsto em seu plano de trabalho, bem como contribui com a construção da pesquisa que visa apresentar um diagnóstico do trabalho organizacional, de sustentabilidade e geração de emprego e renda dos Pontos de Cultura”, acrescenta Lopes, que juntamente com três alunos da Escola do Futuro, Luiz Rassi, desenvolveu a pesquisa Políticas Públicas e Indicadores Culturais: O Perfil dos Trabalhadores da Cultura de Aparecida de Goiânia.

Braços robóticos modernizam laboratórios das escolas geridas pelo CETT-UFG

A aquisição dos equipamentos amplia formação profissional dos alunos provendo experiência completa em robótica 

O emprego da tecnologia no ensino vem, há anos, de modo geral, auxiliando na transformação da educação e despertando o interesse e a curiosidade dos estudantes numa área promissora e de forte tendência para a ocupação de profissionais. Afinal, os diversos equipamentos que representam esta esfera estão presentes na rotina dos cidadãos. 

Um dos eixos da tecnologia, a inclusão da robótica no processo de ensino, permite dar uma experiência real de como as coisas funcionam e de como é possível aglutinar conhecimentos de diversos ramos na criação de soluções para problemas reais. 

Como gestor das Escolas do Futuro do Estado de Goiás (EFGs), o Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG) investiu R$ 1,7 milhão na aquisição de braços robóticos, que auxiliarão nas aulas práticas nos laboratórios das escolas. “Os equipamentos ampliam as possibilidades de aprendizado, de acesso a esses materiais e a conteúdos que as escolas apresentam no sentido de garantir o máximo de oportunidades através do ensino público focado na Educação Profissional e Tecnológica (EPT)”, afirma o gerente de Projetos do CETT-UFG, Marcos Dias.

Segundo ele, a modernização dos laboratórios revela esforços e preocupação em disponibilizar aos alunos, equipamentos cada vez mais arrojados e de alta performance para estimular a participação dos mesmos em competições, multiplicar atividades, incentivar a proximidade com a ciência e com a prática do conteúdo de sala de aula. 

Acompanhar a evolução e levar maior significado à vida futura dos jovens são ações imbuídas no plano pedagógico das escolas, como meio de fazer a diferença no aprendizado, com visão nas tendências das profissões e na formação dos jovens de modo a assegurar maior assertividade, autonomia e habilidades profissionais. “Estar de olho nas transformações tecnológicas gera, às escolas, os recursos ideais para atender à realidade do mundo do trabalho, no qual os jovens já são parte. E Goiás necessita de mão de obra preparada para o amanhã”, assegura Marcos Dias, ao acrescentar que o investimento em novos equipamentos aproxima as escolas dos interesses dos estudantes. 

Braços robóticos modernizam laboratórios das escolas geridas pelo CETT UFG2

Os braços robóticos serão empregados no ensino de programação, matemática, física, eletrônica de forma dinâmica, uma vez que o dispositivo gera maior inspiração e interação de forma educativa e, também, divertida. “Os alunos poderão conhecer as formas de composição do equipamento e as diversas atividades que podem utilizar de um braço robótico”, esclarece o coordenador do Eixo de Informação e Comunicação das EFGs, Gustavo Laureano, ao explicar que as bancadas de robótica e automação das escolas têm o objetivo de propiciar aos alunos o que há de melhor e mais moderno no ensino da robótica. 

Os novos equipamentos foram especificados para prover uma experiência completa em robótica. “As bancadas são equipadas com um braço robótico de base fixa com seis graus de liberdade, uma garra, duas esteiras com controle de velocidade, sensores de presença, sistema de Visão Computacional e portas para interfaceamento com outros sistemas”. 

De acordo com Laureano, os alunos poderão desenvolver o raciocínio, aprender a programação de braços robóticos, integrar sistemas de automação, criar aplicações de Visão Computacional e de simulação de uma pequena linha de produção. 

Vereador de Goiânia Willian Veloso apoia projeto do CETT-UFG

Com intuito de promover a Educação Profissional e Tecnológica (EPT) e amplo aproveitamento dos recursos disponíveis pelo Serviços de Tecnologia e Ambientes de Inovação (STAI), situados dentro das unidades das Escolas do Futuro de Goiás, o CETT-UFG apresentou ao vereador Willian Veloso um projeto com esta finalidade.

Com a proposta, a diretoria do CETT-UFG intenciona buscar apoio ao desenvolvimento de tecnologia para a produção de órteses e próteses em impressora 3D dentro dos ambientes STAI, a um custo mais acessível à população que necessita dos equipamentos para melhor qualidade de vida, prestando, assim, um serviço à coletividade.

De acordo com o diretor administrativo do CETT-UFG, Jonathan Clímaco, com o projeto e com os recursos instalados nos STAIs, o custo médio de uma órtese ou prótese produzida em impressora 3D seria reduzido significativamente. “Um equipamento que geralmente custa R$ 5 mil ficaria, no final, por R$ 200, uma redução de 96%”, aponta o diretor, que na oportunidade, apresentou o protótipo de uma prótese de mão.

Vereador de Goiânia Willian Veloso apoia projeto do CETT UFG protese

Segundo Clímaco, o vereador recebeu com entusiasmo o projeto ao confirmar apoio para destinar emenda ao projeto, com previsão de iniciar as primeiras confecções das órteses e próteses a partir de 2024. “Esperamos uma parceria de longa data por meio do representante do legislativo municipal, pois a ideia do CETT-UFG, além de expandir a EPT às pessoas com deficiência, é assistir a uma parcela da população mais vulnerável, propiciando o acesso a essa tecnologia, podendo, posteriormente, expandi-la ao setor industrial.”

Durante a reunião, o vereador ainda confirmou a realização de uma Audiência Pública sobre a Educação Profissional e Tecnológica para a Pessoa com Deficiência. “A previsão é de que aconteça neste segundo semestre", salienta a diretora de Desenvolvimento e Avaliação do CETT-UFG, Alethéia Cruz, também presente no encontro com o parlamentar.

CETT-UFG inaugura reforma do Cotec de Caiapônia

O Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia da Universidade Federal de Goiás (CETT-UFG) inaugurou a reforma da unidade do Colégio Tecnológico de Goiás em Caiapônia, o Cotec Ruth Vilaça Correia Leite Cardoso. O colégio integra a rede de unidades de ensino geridas pelo Centro em convênio com o governo do Estado por meio da Secretaria da Retomada (SER) e com a Fundação Rádio e TV Educativa (RTVE), na oferta de cursos profissionalizantes nas modalidades de capacitação, qualificação e técnicos. 

“Essa entrega à comunidade é indescritível”, emocionou-se ao falar o diretor-geral do CETT-UFG, Moisés Cunha, lembrando que somente no primeiro semestre deste ano, a rede Cotec já efetuou mais de 40 mil matrículas nas 17 unidades dos colégios no Estado de Goiás.  

As obras de reforma estão conferindo aos colégios mais modernidade e conforto aos usuários.  “É uma realidade de qualidade e segurança para formar pessoas e transformar vidas”, atesta Cunha. O diretor acrescenta que durante o mês de julho mais quatro unidades serão reinauguradas. 

Uma novidade em discussão junto à Secretaria de Estado da Retomada (SER), é um investimento da ordem de R$ 17 milhões para ampliar a oferta dos cursos dos colégios, por meio do Cotec Itinerante. A alteração do convênio entre as instituições CETT-UFG, SER, UFG e Fundação RTVE sairá em breve. “Com esse ajuste, nossa meta será atender 40 cidades com a ação”, aponta o diretor.

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