Representantes do Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG) e do Laboratório de Estudos Inventivos em Tecnologias Assistivas (Lab.Eita) estiveram no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em Brasília, para apresentar os resultados do Lab.Eita em Goiás e pleitear a expansão do projeto, por meio da criação de um Centro de Apoio e Pesquisa em Tecnologia Assistiva - previamente denominado Capta Goiás.
A reunião contou com a presença do Coordenador Geral de Tecnologia Assistiva do MCTI, Milton Carvalho, do coordenador do Lab.Eita, professor Pedro Gonçalves, e do diretor Administrativo do CETT-UFG, Jonathan Clímaco. Segundo Jonathan, a ida ao MCTI faz parte da busca para atrair novos aportes financeiros e consolidar parcerias que permitam ampliar a capacidade produtiva e o alcance social das soluções desenvolvidas. O Lab.Eita, criado no ano de 2024, é resultado de um Grupo de Pesquisa Multidisciplinar em Tecnologias Assistivas que envolve alunos e professores da UFG.
O laboratório tornou-se referência nacional ao utilizar impressoras 3D para criar órteses, próteses e adaptações personalizadas de baixo custo. Dessa forma, são desenvolvidas órteses e próteses de membros superiores e inferiores, como mini-cadeira de rodas, andadores adaptados à altura, engrossador de talheres, adaptador de chaves, adaptador multifuncional de copo, talher e de objetos de escrita, com o objetivo de auxiliar pessoas com limitações motoras.
“É importante destacar que as tecnologias assistivas não são apenas ferramentas, são facilitadores de igualdade de oportunidades. Elas abrem portas para que todos possam participar plenamente da sociedade, no trabalho, na educação, no lazer e em todas as áreas da vida”, diz o professor Pedro.